MotoGP™ Basics

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Equipas & Construtores

Definir uma ‘típica’ equipa que compete no MotoGP não é simples, mas as formações de Grandes Prémios consistem, principalmente, em investidores financeiros, pessoal de gestão, pessoal administrativo, assessores de imprensa, um grupo de mecânicos e, é claro, os pilotos em si.

As equipas na classe de MotoGP são normalmente compostas por um, ou mais habitualmente dois pilotos, e além dos Campeonatos do Mundo de pilotos e construtores, as equipa competem por um título próprio. Todos os pontos somados por ambos os pilotos de uma equipa, incluindo substitutos, mas excluindo wildcards, contam para a luta pelo Campeonato do Mundo de Equipas – que é entregue todos os anos no final da época nos Prémios do MotoGP.

NOMES DAS EQUIPAS

Os nomes oficiais das equipas são compostos por três elementos: o nome do construtor da moto ou do motor, o nome da equipa e/ou o nome do patrocinador principal.

Os patrocinadores desempenham papel fundamental no apoio à formação, já que são eles que ajudam a cobrir custos como taxas administrativas, leasing das motos, seguros, deslocações e salários do pessoal. Por seu turno, as equipas oferecem aos patrocinadores exposição mundial através dos meios de comunicação e em associação com um dos mais populares e emocionantes desportos do mundo.

Todas as equipas fazem parte da IRTA (International Road Racing Teams Association), uma organização formada em 1986 para representar os participantes nos Grandes Prémios com uma voz colectiva. A organização trabalha lado a lado com a FIM e a Dorna (ver secção Corpos Directivos) para manter os elevados padrões do MotoGP e melhorar o desporto no seu todo.

DEFINIÇÕES

As equipas que competem no MotoGP variam muito no que toca a orçamentos disponíveis e estrutura em termos de número de pessoal, das grandes formações de fábrica, às equipas satélite e Claiming Rules Team que participam nas três categorias do Campeonato do Mundo de MotoGP.

Como o nome sugere, as formação de fábrica são aquelas que contam com relações mais próximas com os construtores que representam. Equipas com a Repsol Honda são montras do MotoGP no que toca à ‘marca’ e ‘tecnologia’ dos respectivos construtores. Elas dão provas da capacidade do fabricante perante milhões de entusiastas do motociclismo de todo o mundo, o que não é nada mau para as vendas.

Enquanto isso, as formações privadas podem também ter ligações próximas com os construtores que lhes fornecem a maquinaria, mas os seus níveis de colaboração com a fábrica varia de caso para caso – com algumas formações a serem totalmente independentes das fábricas. Algumas equipas privadas fazem leasing das suas motas aos construtores e beneficiam de apoio técnico directo e do fornecimento de peças das fábricas em função dos acordos estabelecidos. Para as fábricas, as respostas destas equipas também é de grande importância para o desenvolvimento de maquinaria de corridas competitiva.

Enquanto isso, muitas equipas privadas das três categorias são operadas de forma totalmente independente das fábricas, mas uma vez mais alugam as suas motos aos construtores – a LCR Honda MotoGP Team é disso exemplo no MotoGP.

As equipas sob o regulamento de Claiming Rules Team são formações independentes que desenvolvem os seus próprios projectos de 1000cc e investem nas suas próprias tecnologias em termos de quadros, electrónica e afinação de motores produzidos por um fabricante. As equipas CRT contam com regulamentos menos restritivos no que toca ao número de motores disponíveis por época e maior capacidade de depósito de combustível.

Carregue aqui para ver as equipas de MotoGP..

CONSTRUTORES

Os construtores são:

MotoGP™:

Ducati, Honda, Suzuki, Yamaha as Official Manufacturers.

Moto2™:

FTR, Honda, Ioda, Moriwaki, MZ, Motobi, Kalex, Suter and Tech3

Moto3™:

Ioda, Honda, KTM, Oral, Mahindra and MZ.

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