Rabat fala do dia brilhante em Xangai

Segunda, 7 Maio 2007

A rodar pela primeira vez no Circuito Internacional de Xangai no passado domingo, o talentoso espanhol de 17 anos da Repsol Honda levou a cabo brilhante prestação no Sinopec Great Wall Lubricants Grande Prémio da China.

A rodar pela primeira vez no Circuito Internacional de Xangai no passado domingo, o talentoso espanhol de 17 anos da Repsol Honda levou a cabo brilhante prestação no Sinopec Great Wall Lubricants Grande Prémio da China.

Com apenas dois dias de treinos no traçado o adolescente de Barcelona surpreendeu tudo e todos na corrida, vindo do 12º posto da grelha para chegar a passar pela primeira posição – antes de cruzar a linha de meta em terceiro e assim garantir a primeira subida ao pódio atrás do vencedor Lukas Pesek e do segundo classificado Hector Faubel.

Rabat lutou contra Pesek, Faubel, Gabor Talmacsi, Simone Corsi e Sergio Gadea nas últimas voltas, tendo mesmo passado pela liderança a cinco voltas do final antes de terminar a 0,481s do checo.

Depois de se ter estreado nos Grandes Prémios como wild-card em Valência no final de 2005, Rabat veio para o Campeonato do Mundo a tempo inteiro no ano passado vindo do CEV – competição em que foi vice-Campeão em 2006.

Inicialmente apenas com participações como wild-card nas provas mundialistas disputadas em Espanha no ano passado, Rabat foi a escolha da Honda para substituir Aleix Espargaró quando o espanhol passou para as quarto de litro a meio do ano e acabou por defender as cores da formação nas últimas dez corridas da época.

Este ano sofreu desapontante queda na primeira volta em Jerez perante os seus fãs, mas apresentou sólidas prestações no Qatar e na Turquia onde terminou em 8º e 14º, respectivamente, somando dez pontos antes dos fenomenais 16 conquistados no passado domingo na China.

Concluída a acção na China Rabat comentou: "Nem acreditei quando a corrida acabou e ainda não sei bem o que sinto. Durante a corrida apenas pensei em ganhar posições e nada mais. Senti-me muito confortável, mas no final estava um pouco cansado e perdi para os dois primeiros. Não me queria ficar pelo terceiro, mas cometi alguns erros e eles fugiram."

"Sempre que me colocava atrás de uma moto conseguia passá-la desde que saísse bem das curvas antes da longa recta porque a moto estava a funcionar mesmo muito bem. Os pneus também apresentaram bom comportamento, isto apesar da moto já fugir um pouco no final; apanhei alguns sustos, mas consegui manter a situação sob controlo e continuar a dar o máximo. Sempre pensei que os pilotos da frente são de um outro mundo, mas agora sei que são apenas como eu."

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