Oliveira quer terminar nos dez primeiros

Terça, 1 Março 2011

O jovem piloto português voltou à pista no Circuito do Estoril para o segundo Teste do ano e, apesar do tempo que se fez sentir, foi o mais rápido dos três dias de trabalho.

Depois de ter impressionado no primeiro contacto com a Aprilia da Andalucia Cajasol, Miguel Oliveira voltou a estar em bom plano no segundo Teste do ano que se disputou na semana passada no Circuito do Estoril.

Oliveira, o primeiro português em mais de 60 anos de história a participar no Campeonato do Mundo a tempo inteiro, não contou com a oposição do rival Mavrick Viñales (Campeão da Europa e de Espanha de 125cc de 2010), mas teve de se bater contra condições climatéricas más e com o candidato ao ceptro Nico Terol e a verdade é que não houve nada que intimidasse o “Foguete”, alcunha pela qual é conhecido.

Após o Teste o motogp.com falou com o vice-Campeão da Europa e de Espanha de 2010 para ficar a saber quais as suas primeiras impressões nesta fase de preparação para a temporada de estreia no Mundial.

“O Teste não foi fácil porque não nos permitiu dar continuidade ao trabalho que levámos a cabo em Valência. A chuva, o vento e as baixas temperaturas não nos permitiram ir além de cerca de 68 voltas no total dos três dias; na terça-feira fizemos 24, também porque tivemos um problema com o motor que nos obrigou a parar algum tempo, quarta-feira nem chegámos a rodar e hoje fizemos 44 voltas,” destacou Miguel Oliveira.

“Mas tendo em atenção estas circunstâncias, considero que o balanço é positivo. Fomos rápidos no molhado e hoje, mesmo com a pista fria, assinámos o melhor tempo de todo o Teste com 1m48,9s.”

Apesar de estar em casa, Miguel revelou que “a meta para estes três dias era ganhar mais experiência no Estoril. Conheço melhor os circuitos espanhóis que o Estoril, porque é em Espanha que tenho competido mais nos últimos tempos, e creio que conseguimos algo de importante aqui,” confessou.

Olhando para o Teste de Jerez, o último ensaio antes do início da época no Qatar, o jovem português relevou as metas para a sessão de trabalho. “A estratégia para Jerez vai ser mais focada na resistência e não tanto nos tempos por volta. Creio que nos vamos dedicar mais a simulações de corrida, à busca do ritmo de prova, testar pneus para tiradas longas e trabalhar também com pneus usados.”

Já no que toca á temporada de estreia Miguel Oliveira não se alongou muito, mas não deixou de traçar uma meta: “Ainda é cedo para falar de Campeonato, principalmente por ser a minha temporada de estreia, mas creio que uma aposta nos dez primeiros é realista.”

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