Substituto Popov mostra potencial da Mahindra

Quinta, 30 Agosto 2012

O único representante da Mahindra Racing e piloto substituto Miroslac Popov deixou a sua marca no mundial na corrida de Brno de domingo passado apesar de ter sofrido azarada queda perto do final.

Apesar do final não ter sido o desejado, o jovem estreante de 17 anos sofreu queda a cinco voltas do final, a sua prestação até então foi extraordinária. Ele mostrou não apenas importantes capacidades, mas também deixou claro que as mais recentes actualizações da Mahindra foram um passo em frente em busca de competitividade nas 250cc a 4 tempos da Moto3™.

Com pilotos a tempo inteiro a usarem de cautela numa pista seca mas com muitas zonas molhadas, Popov correu muitos riscos, subindo de 29º da grelha até ao sexto posto no final da primeira volta e depois pressionou até chegar a terceiro na quarta volta. Naquele que foi apenas o seu quarto GP, numa pista onde contava com experiência limitada, ele ainda rodava nos cinco primeiros a meio da prova. Por essa altura os pilotos mais experientes já se tinham adaptado à traiçoeira pista que continuava a secar, e não tardou a ver-se envolvido num grande grupo composto pelos melhores pilotos da classe. Mas não se deixou intimidar e continuou a lutar forte para se manter nos pontos quando um embate com outro piloto e enviou para uma uma zona molhada e provocou queda sem consequências físicas.

O Director Executivo da Mahindra Racing Mufaddal Choonia elogiou os seus esforços: “O Popov fez um trabalho fantástico. Quando a pista estava meio seca, meio molhada ele estava com bom ritmo. Estou contente porque a moto também esteve boa e por termos dado mais um pequeno passo. Encontrámos fiabilidade e melhor velocidade de todo. Agora só precisamos de um pouco mais de aderência.”

Miroslav Popov

“Nas primeiras voltas os outros pilotos estavam a rodar apenas na linha seca. Corri mais riscos nas zonas molhadas e deu frutos – cheguei a terceiro. Foi uma sensação fantástica: não esperava isso apenas no meu quarto Grande Prémio. Depois envolvi-me num grande grupo de pilotos rápidos e talvez o meu erro tenha sido tentar manter-me com eles – travar muito tarde e rodar muito rápido nas curvas. O chassis da Mahindra permite que se rode dessa forma. Estava a tentar recuperar depois de um piloto me ter ultrapassado e tocámo-nos e fui para uma zona molhada e caí. Lamento por isso.”

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