Pedrosa volta à luta pelo título com MotoGP™ a chegar a Mugello

Quarta, 11 Julho 2012

Após dois fins-de-semana de acção a grelha do MotoGP™ ruma a Sul para o Grande Prémio de Itália TIM, em Mugello, para a última corrida da sequência de três consecutivas.

Apesar de ter sido colocado fora da corrida em Assen e de ter terminado em segundo na Alemanha, Jorge Lorenzo, da Yamaha Factory Racing, vai para a corrida de Itália com 14 pontos de margem na frente da classificação. O espanhol, que ainda se ressente da lesão no tornozelo contraída no acidente, vai certamente usar a corrida do ano passado em Mugello como inspiração dada a categórica vitória que assinou. Na última jornada o seu mais directo rival era Casey Stoner, da Repsol Honda Team, contudo após o brilhante triunfo em Sachsenring esse papel está agora a cargo de Dani Pedrosa, segundo no campeonato e a apresentar bom momento de forma.

Contudo, Stoner foi o principal assunto após o último fim-de-semana dada a pouco característica queda que sofreu e que o fez perder importantes pontos no Campeonato. Apesar de ter admitido a atitude de “tudo ou nada” em relação à corrida, o australiano vai tentar apresentar sólido resultado em Itália para recuperar posições na classificação.

Atrás de Stoner o mais certo é voltar a ver-se um trio de Yamahas com as máquinas da Monster Yamaha Tech 3 de Andrea Dovizioso e Cal Crutchlow, assim como a montada do companheiro de equipa de Lorenzo, Ben Spies. Apesar de Crutchlow aparentar ter vantagem em termos de ritmo, é Dovizioso quem tem ganho as batalhas em pista, e somou o terceiro pódio da época na última jornada. Dovizioso também bateu Stoner na corrida pelo segundo posto em casa no ano passado. Por outro lado, Spies tem sentido dificuldades para igualar o ritmo do companheiro de equipa e tem tido o trabalho dificultado pelos homens das motos satélite. Ainda assim, ele melhorou muito face ao seu difícil início de temporada e vai tentar dar mais um passo em frente em Mugello.

A Ducati Team ruma à corrida em casa com muitas expectativas, mas não é por isso que deixa de ser realista quanto às suas possibilidades, isto porque ainda estão longe das restantes motos de fábrica. No entanto, eles deverão estar motivados com a prestação de Valentino Rossi na Alemanha, onde conseguiu o melhor resultado do ano no seco, e também pelo facto do italiano contar com nove vitórias em Mugello. Além disso, ele e Nicky Hayden conseguiram lutar com uma Honda e uma Yamaha satélites. Héctor Barberá, da Pramac Racing Team, vai voltar a tentar colocar a sua Ducati privada na luta, enquanto Karel Abraham, da Cardion AB Racing, deverá voltar a ser substituído pelo piloto de testes da Ducati Franco Battaini, não continuasse o checo a recuperar de lesão. Ainda assim, a decisão final só surgirá mais perto da prova.

Álvaro Bautista (San Carlo Honda Gresini) já cumpriu a penalização pelo acidente com Lorenzo em Assen e vai poder voltar a lutar pela qualificação na ronda italiana. Ele mostrou-se forte na Alemanha ao lutar para terminar em sétimo depois de partir do último lugar da grelha. Stefan Bradl (LCR Honda MotoGP) terminou a corrida em casa num impressionante quinto posto e esperará melhorar, não se sentisse ele cada vez mais confortável aos comandos da sua máquina satélite.

O pelotão das CRT continua a ser liderada pela dominadora Power Electronics Aspar Team; composta por Randy de Puniet e Aleix Espargaró, mas Colin Edwards (NGM Mobile Forward Racing) deu grande passo em frente na Alemanha e parece estar de regresso à boa forma. Como é habitual, eles vão contar com a oposição de Mattia Pasini (Speed Master), Michele Pirro (San Carlo), Danilo Petruci (Came IodaRacing Project), James Ellison (Paul Bird Motorsport) e da dupla da Avintia Blusens, Yonny Hernandez e Iván Silva.

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