Rossi faz progressos, Hayden travado por dores no ombro

Quarta, 1 Fevereiro 2012

O atarefado segundo dia de testes da Ducati Team foi dedicado à preparação da afinação base da GP12. Rossi atingiu a meta de rodar abaixo do segundo 02, enquanto Hayden se viu forçado a ficar de fora durante a segunda metade do dia.

Valentino Rossi tirou partido de todo o dia de testes, trabalhando no plano delineado por Filippo Preziosi para a equipa, enquanto Nicky Hayden se viu forçado a parar ao cabo de 16 voltas devido a dores no ombro lesionado. O piloto de testes Franco Battaini assumiu então os comandos da moto do americano para dar continuidade ao trabalho de desenvolvimento da máquina de 2012.

Valentino Rossi:
“Foi mais um dia positivo, tanto por termos atingido o objetivo de rodar no segundo 01, mas também por termos conseguido progressos com a afinação da moto. Por outro lado, e como é normal com uma moto totalmente nova como a GP12, conforme vamos progredindo com os nossos testes também vamos encontrar alguns outros detalhes que não podem ser resolvidos apenas com afinação e que, por isso, têm de ser aperfeiçoados nas próximas semanas. Identificámos essas áreas ontem – aceleração e eletrónica – e confirmámos o progresso feito com a frente. A Honda e a Yamaha já trabalham nas suas motos há um ano, enquanto nós tivemos apenas dois dias, o que torna o nosso trabalho um grande desafio, mas também já sabíamos isso.”

“Amanhã vai ser importante porque vamos ter a oportunidade de fazer uma avaliação geral dos três dias e teremos uma ideia clara da posição em que estamos em comparação com os outros. Se conseguirmos ficar a menos de um segundo do topo ficarei contente.”

Nicky Hayden:
“Estava bem quando fui para a pista pela primeira vez esta manhã e na minha segunda volta consegui dar um bom passo em frente em relação a ontem. Depois disso perdi força no ombro e não consegui rodar rápido, nem de forma consistente para testar muito. Estou bem em travagem porque posso trancar o ombro, mas quando a moto abana não tenho força suficiente para me segurar. Não queria cair e causar ainda mais problemas, pelo que optei por parar. É um pouco aborrecido, mas por vezes as coisas são assim. Eles fizeram um grande trabalho com a nova moto e vê-se só de olhar para a moto que está muito boa. Gostava apenas de conseguir rodar mais perto do limite e ver o que a moto faz e como reage às alterações. Talvez dê mais algumas voltas amanhã, mas mais nada.”

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