Tempos caiem com Márquez na frente a meio do segundo dia

Quarta, 13 Março 2013

O segundo dia do teste privado de MotoGP™ no Circuito das Américas chegou a meio com Marc Márquez, da Repsol Honda Team, a liderar a tabela de tempos com todos os registos a caírem. 

Depois de terem rodado durante todo o dia de ontem, os pilotos continuaram hoje a adaptar-se a um novo traçado que se está a revelar muito técnico. Márquez, que também foi o mais lesto ontem, assinou uma marca de 2m04,363s, à frente de um bem mais rápido Stefan Bradl que levou a sua LCR Honda MotoGP ao segundo lugar com uma marca de 2m04,640s ao cabo de 17 voltas.

O companheiro de equipa de Márquez, Dani Pedrosa, quase conseguiu entrar para o Top 3 com um tempo de 2m04,686, que representou uma melhoria de quatro décimos face a ontem depois de 21 voltas. Contudo, o piloto da Yamaha Factory Racing Jorge Lorenzo conseguiu assinar uma volta em 2m04,664. A equipa da Yamaha, que ontem afirmou que teria que trabalhar muito para apanhar os seus adversários japoneses, viu não só o tempo de Lorenzo melhorar, como também assistiu ao aumento do ritmo de Valentino Rossi, rodando em 2m05,518s. Rossi que ainda está com pouco ritmo, foi o que mais rodou até à hora de almoço com 28 voltas.

A Yamaha já afirmou que não vai alinhar no último dia do teste, amanhã, uma vez que deverá chegar ao final do dia com todos os dados que necessita.

Marc Márquez 

“Hoje continuámos na mesma linha de ontem, tentámos encontrar as melhores afinações para a caixa de velocidades e electrónica, assim como a melhor geometria para esta pista. A pista estava muito escorregadia, em especial no início. Não esperava isso, pensei que depois de ontem a aderência estivesse melhor, mas foi melhorando a da volta e de tarde estava boa."

 
"É muito difícil ser consistente porque tem muitas zonas de travagem forte e é complicado manter a concentração e travar sempre no mesmo ponto."
 
"Quando estamos na pista e rodamos com outros pilotos como o Stefan, Valentino, Lorenzo e o Dani, temos de prestar atenção. Não podemos mostrar a nossa linha, nem qual é a melhor porque podem aprender alguma coisa. Mas quando é ao contrário eles fazem o mesmo."
 
Dani Pedrosa
“Só estou a fazer mais voltas. Mis nada. A aderência está muito parecida à de ontem, pelo que me estou a acostumar a fazer apenas algumas alterações à caixa de velocidades para me sentir mais confortável de forma gradual nas curvas com algumas velocidades. Mas isto não é local de referência para nós, ou para outros, por isso é complicado avaliar as alterações na moto."
 
"É mesmo complicado julgar [a prestação dos Bridgestone] porque há apenas cinco motos a rodar e pouca borracha no solo. Hoje vamos testar mais umas coisas, mas a aderência é tão pouca que é difícil puxar."

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