De volta à pista: Entrevista com Damian Cudlin

Terça, 24 Setembro 2013

Damian Cudlin vai fazer o muito desejado regresso ao paddock do MotoGP™, juntando-se à PBM no MotorLand Aragon neste fim-de-semana. O australiano de 30 anos vai ocupar o lugar de Yonny Hernández, que aceitou novo desafio com a Ignite Pramac Racing.

 

Natural de Sydney, Cudlin estreou-se no Campeonato do Mundo em 2010, na corrida de Moto2™ da Alemanha, terminando em sétimo. Ele regressou à categoria intermédia no ano passado para duas jornadas, se bem que a sua única experiência no MotoGP™ até ao momento surgiu em 2011. Ele está agora muito animado com a possibilidade de rodar com a máquina construída pela PBM como companheiro de equipa de Michael Laverty, que passa a rodar com a ART, até agora usada por Hernández. Cudlin vai participar nas jornadas de Aragão e Phillip Island, no próximo mês.
 
Damian, estás a regressar ao motoGP™ este fim-de-semana, no MotorLand Aragón – como te sentes com este regresso ao Campeonato do Mundo?
Estou muito animado! Estou desejoso por montar a moto. Penso que é o sonho de qualquer piloto: estar no MotoGP™. Não sou diferente dos outros. Vai ser muito bom voltar. Já tive uma experiência no passado, quando rodei pela Pramac Ducati em 2011, e depois também com a Aspar Ducati em Phillip Island. Tive algum azar nas duas ocasiões e pensei que fosse o fim das minhas hipóteses no MotoGP™. Por isso, ter esta oportunidade deu-me nova esperança num lugar no MotoGP™, estou ansioso!
 
Tens muita experiência no MotorLand Aragón?
Já estive em Aragão. Rodei na pista quando era piloto de desenvolvimento da Kalex, creio que foi mesmo na primeira vez que abriram as portas do circuito para motos, no início de 2010. Por isso conheço a pista, o que é bom. É claro que não sei nada da moto PBM com que vou rodar, mas tenho alguma experiência na classe e com máquinas de MotoGP™ em geralM já fiz muito trabalho de desenvolvimento com a CRT Suter-BMW e conheço os pneus Bridgestone e os travões, pelo que tenho algum experiência com essas coisas, o que talvez me facilite o trabalho.
 
Quão bem conheces o teu futuro colega de equipa Michael Laverty?
Conheci o Michael apenas de passagem. Em 2009, quando ele participou em algumas provas do AMA nos Estados Unidos; estive lá na mesma altura e cheguei a rodar no lugar dele uma vez no AMA quando ele teve de participar numa jornada das Superbike inglesas. Estou desejoso por trabalhar com ele.
 
Ainda é cedo para falar de possibilidades no MotoGP™ para o próximo ano?
De momento não posso dizer o que vou fazer para o ano porque não sei! Está tudo em aberto, mas penso que esta é a melhor altura para chegar e fazer estas coisas porque de momento está tudo em aberto; é uma boa altura para apresentar bom trabalho. Vou tentar concentrar-me em tirar o máximo partido da moto e fazer o melhor trabalho possível; se surgir algo será um bónus.
 
Damian Cudlin falou em exclusivo com o motogp.com
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