Descobrindo o Circuito das Américas

Discovering Circuit of the Americas
Terça, 16 Abril 2013

Com pouco mais de 5,5 km e localizado a menos de meia-hora da baixa de Austin, o Circuito das Américas torna-se na quarta pista americana a receber um jornada do MotoGP™. Espera-se muita emoção...

 

Os Estados Unidos juntam-se a Espanha como palco de três, ou mais, corridas numa época, com Austin a receber a segunda jornada antes de Laguna Seca e Indianapolis, em Julho e Agosto, respectivamente.
 
“Temos uma Curva 1 com uma travagem forte a subir, o que implica muitas forças G,” explica Cristophe Bourguignon, Engenheiro Chefe da LCR Honda MotoGP. “A partir da Curva 3 à 8 é mesmo fluído, com curvas rápidas em terceira velocidade. Depois disso temos uma travagem forte para a Curva 11, onde chegam em quarta velocidade e têm de travar e reduzir para primeira. Após isso há uma longa recta onde podem chegar quase aos 340 km/h, pelo que a saída é muito importante. No final dessa longa recta há uma travagem muito forte, onde reduzem de sexta para primeira.”
 
A avaliar pelos comentários de Bourguignon e com um rápido olhar pelo desenho da pista, o COTA não falha no que toca a variedade. A borracha da Bridgestone também vai sofrer muito, principalmente durante as 21 voltas da corrida de domingo.
 
“Penso que vamos usar a primeira velocidade durante uns 35 segundos por volta,” continua Bourguignon. “Em alguns circuitos nem usamos a primeira velocidade. Antes de chegarmos às duas últimas curvas temos três direitas seguidas, que são mesmo muito exigentes para o pneu traseiro.”
 
Para Tom Houseworth, a caixa de velocidades será muito importante.
 
“Vamos com uma afinação base,” explica o Chefe de Equipa de Ben Spies na Ignite Pramac Racing. “Não podemos dizer: ‘Certo, vamos fazer isto!’ Temos de saber onde está a fazer cavalinhos, onde está a patinar... temos de saber que tipo de controlo ele vai precisar. A única forma de sabermos isto é rodando com a moto. Podemos fazer uma simulação e tentar afinar a caixa de velocidades o melhor possível; isso é super importante nesta pista, ainda para mais porque tem umas 20 curvas!”
 
A modalidade viajou pela primeira vez até aos Estados Unidos em 1964, quando Mike Hailwood iniciou a terceira das suas quatro conquistas do ceptro de 500cc. O inglês venceu para MV Agusta à frente de Phil Read (Matchless) e John Hartle (Norton).

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