Conversa em dia com Dani Pedrosa em Fevereiro

Segunda, 10 Fevereiro 2014

Dani Pedrosa deixou o primeiro teste de Sepang contente depois de ter assinado o sexto tempo e de ter completado 1.064 km.

Em termos de quilometragem, Pedrosa terminou os três dias de trabalho em segundo, atrás de Randy de Puniet, da Suzuki Test Team; o piloto da Repsol Honda Team concentrou-se em resolver os pontos fracos, um trabalho que surgiu após um energético defeso para o espanhol de 28 anos.
 
Como foi o teu Inverno?
Bom, bom. Tive tempo para descomprimir. Consegui descansar e diverti-me. Fiz windsurf, um dos meus passa-tempos preferidos. Relaxei um pouco, mudei de ares e depois comecei o programa de preparação física.
 
Como está a tua forma física depois de dois meses parado e três intensos dias de testes?
Correu bem. É claro que estou cansado porque fiz muitas voltas e estava muito calor, mas de forma geral estou contente com a minha forma física. Agora que começamos a ter mais tempo com a moto será melhor.
 
Conseguiste melhorar algo com que não estivesses satisfeito no ano passado, como a aderência à saída das curvas?
Sim, no ano passado faltava-me aderência traseira e sofri muito com isso. Melhorei outros aspectos para tentar compensar isso. Sofre sempre mais quando toca a conseguir tracção à saída das curvas e tudo o que melhorarmos nesse aspecto será positivo. Foi algo em que trabalhámos neste teste e fizemos progressos.
 
Como podes melhorar a tua pilotagem? O que aprendestes em 2013?
As corridas em 2013 foram muito mais intensas. Houve sempre muita intensidade no MotoGP™ com o Casey (Stoner) e o Jorge (Lorenzo), mas em 2013 estávamos quase sempre juntos até à última volta. Nestas situações é importante manter a concentração e ser preciso, mesmo estando cansado ou com a moto sem estar a 100%.
 
Qual é a tua avaliação dos primeiros três dias de testes?
Progredi muito. Nos dois primeiros dias não comecei com as melhores sensações, mas melhorámos. Como disse, melhorámos um pouco a aderência traseira, mas também fiz bons progressos – em particular nas minhas sensações com a moto.
 
Gosta da forma como os pneus funcionam?
Temos de ver como respondem em outros circuitos, mas a verdade é que tanto o macio como o duro agora podem ser usados, enquanto na época passada só se podia usar o composto macio. O antigo pneu duro não tinha aderência, pelo que nesta matéria as coisas correram bem.
 
No próximo testes vais concentrar-te mais na simulação de corrida?
Não, não será uma prioridade. É claro que será uma das coisas importantes, mas não a mais importante. (Na terça-feira) fizemos muitas voltas com pneus usados – 60 com apenas dois – pelo que agora temos experiência com pneus usados. No próximo teste quero preparar a moto o melhor possível antes de irmos para Phillip Island.
 
O que vais mudar quando voltares a Sepang?
Neste momento não há muita coisa. Temos boas sensações, pelo que vamos continuar a trabalhar e ver se conseguimos terminar bem o segundo teste e irmos satisfeitos para Phillip Island.

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