Bridgestone prepara material para curvas lentas e rápidas do COTA

Terça, 8 Abril 2014

A segunda jornada do Campeonato do Mundo de MotoGP™ representa um desafio único para a Bridgestone ao longo dos 5,5km do Circuito das Américas.

Depois de bem sucedido evento de estreia no ano passado, o campeonato regressa à pista americana de Austin, Texas, com legiões de fãs prontos para se deixarem encantar após emocionante arranque de temporada no Qatar.
 
O COTA, como é também conhecido, é um dos traçados mais técnicos do calendário. Alterações de elevação, a recta mais longa do MotoGP™, e um combinação de curvas rápidas e lentas faz do circuito um verdadeiro desafio para pilotos e pneus.
 
As rápidas e fluídas curvas requerem elevados nível de aderência, enquanto o centro dos pneus são também importantes por causa das zonas de forte aceleração da pista. Os pilotos atingem velocidades de ponta na ordem dos 350 km/h na recta oposta de 1.200 metros, pelo que é necessária uma excelente estabilidade do pneu frontal para a forte zona de travagem para a curva 12.
 
No geral, o desenho do Circuito das Américas coloca cargas similares nos dois ombros dos pneus traseiros, mas a presença de curvas de alta velocidade para a direita (a 6 e da 16 à 18), fazem com que a temperatura do ombro direito atinja picos mais elevados que a do lado esquerdo, se bem que são mais as curvas para a esquerda. Em consequência, são necessários pneus traseiros assimétricos com borracha um pouco mais dura do lado direito.
 
Os pilotos “Open” e Ducati vão contar com pneus traseiros assimétricos de compostos macio e médio, enquanto os pilotos de “Fábrica” Honda e Yamaha podem utilizar os traseiros de composto médio e duro. Com as sensações do pneu frontal a serem muito importantes nas zonas rápidas da pista, as opções de slick frontal para esta pista – compostos macio e médio – são escolhidas pela melhor combinação de aderência e estabilidade.
 
Shinji Aoki, Director da Divisão de Desenvolvimento de Pneus de Competição da Bridgestone, explica: “Este ano será a nossa segunda visita ao Circuito das Américas, em Austin, e o impressionante traçado desta pista é um grande desafio para o desenvolvimento de pneus. O COTA é feito conta o sentido dos ponteiros do relógio e é técnico, com uma mistura de curvas apertadas e lentas com zonas mais abertas e rápidas.”
 
“Estas características combinam-se de forma a colocar grande importância nas sensações com a frente da moto, já que manter boa velocidade em curva aqui é importante. Assim, os nossos pneus frontais têm de oferecer boas características de aderência com muita estabilidade. Os pneus traseiros também têm de oferecer boa tracção à saída das curvas mais lentas. As rápidas direitas são muito duras com os pneus, pelo que neste traçado oferecemos slick traseiros assimétricos um borracha um pouco mais dura do lado direito.”
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