Dificuldades com pneus e vibrações afectam Lorenzo e Rossi

Movistar Yamaha Silverstone Friday review
Sexta, 29 Agosto 2014

Os pilotos da Movistar Yamaha MotoGP, Jorge Lorenzo e Valentino Rossi, voltaram à pista em Inglaterra nesta sexta-feira para as primeiras sessões de treinos livres com vista ao Hertz Grande Prémio de Inglaterra deste domingo.

As sessões de trabalho de hoje acabaram por se revelar difíceis para os pneus devido aos pneus fornecidos, com vibrações a impedirem-nos de encontrar a melhor afinação para o circuito de Silverstone.
 
Lorenzo terminou o primeiro treino em 7º e o segundo em 11º, posição em que terminou o dia na tabela de tempos combinados com uma marca de 2m03,500s. Já o colega de equipa Rossi fechou a manhã em 8º e a tarde em 13º, o mesmo lugar em que ficou na tabela de tempos combinados com um registo de 2m03,952s.
 
“Só temos um problema, parece que a Bridgestone trouxe os mesmo pneus que tivemos nas primeiras corridas, pelo que temos os mesmos problemas dessa altura,” afirmou Lorenzo. “Não temos aderência para travar a moto, não temos aderência a meio das curvas e não temos tracção, pelo que a moto está a patinar muito e o pior é que isto causa problemas na frente.”
 
“Sem aderência traseira não temos equilíbrio a meio da curva, o que nos leva a inclinações mais reduzidas e velocidade mais lenta. Todos os pilotos Yamaha estão na mesma, temos problemas semelhantes. Parece que com este pneu que temos agora é muito complicado. É claro que vamos tentar tudo para resolver este problema, temos de tentar gerir a situação, os pneus serão os mesmo todo o fim‑de‑semana por isso, temos de nos adaptar a eles. Parece que vai ser um fim‑de‑semana duro para os pilotos Yamaha,” rematou o espanhol.
 
Rossi também se lamentou: “Esperávamos estar mais rápidos e mais competitivos, mas estamos a lutar muito. Esta manhã, a primeira sessão de treinos não foi fantástica, mas também não foi muito má; não fiquei muito longe dos outros, mas não gostei das sensações com a frente da moto.”
 
“De tarde trabalhámos muito na afinação da distribuição de peso para ajudar nas curvas, mas parece que seguimos a direcção errada. Não tive boas sensações com a moto; quando entramos em curva não tenho sensações com a frente e também tenho vibrações e pouca aderência. Perco muita velocidade à entrada das curvas e fui muito lento. Vamos continuar a modificar a moto de outra forma e vamos usar os dados de amanhã para tentarmos alguma coisa completamente diferente para compreendermos se podemos ser mais rápidos.”

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