Smith: "Esta época ensinou-me a ser paciente"

Smith: ‘This season has taught me to be patient’
Quarta, 27 Agosto 2014

Bradley Smith, da Monster Yamaha Tech3 analisou a época até ao momento enquanto se prepara para correr em casa neste domingo no Hertz Grande Prémio de Inglaterra.

Na segunda época no MotoGP™, Smith viu recentemente o contrato com a Tech3 ser estendido até 2015 e está apostado numa subida na classificação geral nas próximas sete corridas para melhorar o actual décimo posto que ocupa.
 
“Tem sido uma época interessante para mim e ensinou-me a ser paciente, porque em algumas situações, independentemente do que tentava fazer, surgia sempre alguma coisa,” admite. “Também cometi erros e estou disposto a aceitar isso. Não correu como planeado, mas felizmente para mim, agora está tudo claro para 2015 e o resto da temporada não representa pressão para mim e vou tentar encontrar o meu verdadeiro potencial e capitalizar toda a velocidade que mostrei ao longo do ano.”
 
Com a chegada de Pol Espargaró à Tech3 este ano, Smith tem-se visto batido pelo estreante espanhol – que está 13 pontos à frente do britânico no Campeonato do Mundo.
 
“A situação com o Pol ia ser sempre clara; ele veio como Campeão do Mundo de Moto2 e era também um dos pilotos que podia bater o Marc (Márquez) na Moto2. Ele esteve muito rápido no ano passado, pelo que sabia que quando viesse para o MotoGP ia ser difícil, mas esperava que demorasse mais tempo do que demorou. Mas ele foi rápido logo a partir dos testes de pré-época, pelo que sabia que tinha de esperar um desafio dele. Espero que assim continue nos próximos 18 meses e será bom para a equipa. Vamos manter uma rivalidade amistosa e temos de nos desafiar mutuamente.
 
Sobre a forte relação com o patrão da equipa Hérve Poncharal e os que o rodeiam na garagem da Monster Yamaha Tech3, Smith afirma que o apoio deles é uma grande ajuda.
 
“Felizmente para mim, o Hérve e a Yamaha acreditam no que sou capaz de fazer, tinham todos os dados e criaram algumas tabelas, depois viram que não havia pilotos disponíveis que fizessem o trabalho melhor que eu, o que é uma grande honra para mim porque significa que o meu verdadeiro potencial é elevado e que acreditam nisso,” explica Smith.
 
“A segunda coisa é que tenho de tentar e encontrar isso todos os fins-de-semana. Estou muito entusiasmado por ter garantido a minha terceira temporada no MotoGP, a competir com uma equipa da qual já faço parte. Será o meu quinto ano (com a Tech3), com um grupo de pessoas com o qual tenho uma grande relação e com uma moto, a Yamaha M1, que acabei por adorar. Estou desejoso pelo resto da época época, é claro, mas já a pensar no futuro, em 2015.”

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