Director Desportivo Espargaró fala de construir um sonho no FIM CEV Repsol

Team manager Espargaro on building a CEV dream
Quinta, 1 Maio 2014

A estrela de MotoGP™ da NGM Forward Racing, star Aleix Espargaró, não é apenas piloto, ele tem também a seu cargo a direcção de uma equipa no FIM CEV Repsol.

Espargaró há muito que sonhava com tornar-se Director Desportivo, além de ser piloto, e este ano ele lidera um projecto com três pilotos – Ricky Cardus na Moto2™ e Gabriel Rodrigo e Makar Yurchenko na Moto3™.
 
Numa feliz coincidência, tal como o próprio Espargaró, os três pilotos também vão estar presentes no Grande Prémio de Espanha deste fim‑de‑semana em Jerez. Cardus continua a rodar no lugar do lesionado Alex Mariñelarena na Tech3, Rodrigo alinha como wild card na Moto3™, enquanto Yurchenko vai competir na Red Bull MotoGP Rookies Cup.
 
Aqui, Espargaró fala do processo que o levou a ser Director Desportivo no FIM CEV Repsol.
 
O que te levou a começar este projecto?
Sempre foi um sonho meu começar uma equipa, tudo porque adoro moto, adoro gente jovem. Quero usar a minha experiência e partilhar o que fiz bem e o que não me correu tão bem, para que outros possam aprender com os meus erros. Começou porque tinha o mesmo preparador físico do Gabi Rodrigo e tínhamos a ideia de criar uma equipa. Resolvemos ir em frente e montámos tudo em pouco tempo. É como um sonho e estou muito contente com a forma como está a correr.
 
Porque é que decidiste dirigir três pilotos?
É claro que a equipa tinha de envolver o Gabi no centro das coisas porque a ideia veio dele. É um tipo que não sabia correr de moto há três anos, mas no início do ano passado estava a lutar para somar pontos e entrar nos dez primeiros. Fizemos um grande trabalho este Inverno e ele progrediu muito. O Makar é um jovem com muito potencial, ele está a correr na Rookies Cup este ano e queremos desenvolvê-lo com a nossa filosofia. Na Moto2™, o Ricky é meu amigo e depois de rodar no Grande Prémio do ano passado ficou muito animado com o regresso ao CEV. Não tinha pensado em fazer a Moto2, mas se o fizesse seria com ele.
 
Qual é a filosofia que queres incutir aos teus pilotos?
São três pilotos muito diferentes. O Ricky tem experiência e com ele o objectivo é vencer. O Gabi ainda está a prender, não corre há muito tempo, mas está a fazer grandes progressos e a dar passos em frente que não pensava que ele conseguisse dar tão cedo. Com o Makar ainda há muito trabalho a fazer. Nos primeiros testes ele não sabia muito, não sabia como funciona a telemetria, nunca tinha rodado com uma Moto3 e não sabia como trabalhar numa equipa. Era tudo novo para ele e é muito bom poder treiná-lo.
 
E o pessoal da equipa?
Sabia que precisava de pessoas que conhecessem bem o CEV. O Javi del Amor desempenha papel fundamental, é um grande amigo meu e é um homem do CEV. O director técnico é um australiano, o Matthew Casey, o meu técnico do Campeonato do Mundo. O importante é termos uma mistura de entusiasmo e experiência.
 
Sabes como delegar, ou é do tipo que está envolvido em tudo?
É tudo novo para mim. Tenho de aprender o papel, mas sou uma pessoa que gosta de estar envolvida, gosto de gostar da experiência e não gosto de delegar. Gosto do papel e ajudo de todas as formas que posso. Envolvo-me muito, sou apaixonado pelas motos. Por vezes talvez esteja errado, ou seja irritante, mas faço tudo com as melhores intenções e ainda tenho de aprender.
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