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Bridgestone: do susto de Mugello à alegria do Brasil

Bridgestone: do susto de Mugello à alegria do Brasil

Bridgestone: do susto de Mugello à alegria do Brasil

A marca japonesa de pneumáticos Bridgestone conseguiu levar a cabo uma espectacular progressão nesta primeira metade da temporada. Porém, a marca que compete directamente com a Michelin em MotoGP, já viveu momentos muito delicados em 2004, o pior sendo o Grande Prémio Cinzano de Itália, disputado no circuito de Mugello.

O piloto estrela da Kawasaki, o japonês Shinya Nakano sofreu um espectacular acidente em plena recta quando seguia a mais de 300 quilómetros por hora, quando rebentou o pneu dianteiro devido à alta temperatura que se fazia sentir no asfalto.

Felizmente, Nakano não sofreu mais do que algumas nódoas negras e pequenas dores depois de sofrer um acidente tão aparatoso. Na sequência do sucedido em Mugello, alguns pilotos equipados com Bridgestone chegaram mesmo a colocar a hipótese de não participarem no seguinte Grande Prémio que estava agendado para uma semana depois, no circuito da Catalunha. Felizmente, tal não veio a suceder e todos os pilotos largaram em Montmeló.

O ponto alto desta evolução meteórica teve lugar no Grande Prémio Cinzano do Rio, apenas 28 dias depois do ocorrido em Mugello. No circuito Nelson Piquet, a marca conseguiu a sua primeira vitória em MotoGP, bem como a sua primeira pole position.

O japonês Makoto Tamada obteve a vitória, completando um fim-de-semana fantástico para a marca japonesa que, além disso, obteve a pole position por meio de Kenny Roberts. A pole do americano significou a primeira pole para a marca em MotoGP, se bem que Jeremy McWilliams o tenha conseguido em 500cc em 2002 no circuito australiano de Phillip Island com uma Proton KR 3.

"Está a ser uma temporada muito boa para nós", disse o máximo responsável da marca para Grandes Prémios, Thomaz Scholz, no final do Grande Prémio Cinzano do Reino Unido.

"Neste início de temporada já houve corridas muito interessantes. Também é certo que já houve corrida que não nos correram tão bem, mas depois do que conseguimos no Rio, todo o Mundo está muito contente.

"Makoto Tamada e a Honda formam uma combinação muito potente, e devemo-nos concentrar no conjunto entre a moto, piloto e potencial, para criar e desenvolver os nossos pneus e fazer com que estejam ao mais alto nível".

Tags:
MotoGP, 2004

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