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Rolfo recuperado da lesão no ombro

Rolfo recuperado da lesão no ombro

Rolfo recuperado da lesão no ombro

Roberto Rolfo afirmou que está de volta à máxima força apenas três semanas após ter deslocado o ombro num acidente nos treinos em Donington Park. Rolfo está neste momento em férias na ilha de Giglio, na costa italiana no "Tyrrhenian Sea", mas confirmou que estará de novo em acção quando o campeonato de 250cc voltar em Brno na próxima semana.

"As coisas estão bem. Muito bem. Estou de regresso à boa forma", explicou Rolfo, que acabou por comentar as corridas de Donington para a televisão italiana juntamente com os comentadores residentes Guido Meda e Loris Reggiani.

"O deslocar do ombro é apenas uma má memória agora. Desde logo comecei a pensar na recuperação para a sua metade do campeonato e nunca parei de treinar. Sinto que preciso de um pouco mais de mobilidade e penso ter encontrado a fórmula certa para o conseguir ao realizar mergulho aqui na ilha de Giglio. Dizem que faz maravilhas ao corpo mas penso que a mente também agradece."

Rolfo também tirou vantagem da pausa de Verão para continuar a sua participação como homem dos media, ao comentar na Isle of Man TT juntamente com Roberto Ungaro do Eurosport. Parece assim que o multi-facetado italiano poderá estar aqui a construir uma nova carreira, embora que agora apenas pense nos objectivos que visa cumprir no que toca às corridas.

"Normalmente não gosto de motores a quatro tempos. Para mim a verdadeira moto de corridas é a de dois tempos, mas o MotoGP é o melhor campeonato do Mundo e estaria lá de caras de tivesse a hipótese", admite.

"Antes disso, gostaria de vencer o título de 250. Esse era o meu objectivo esta temporada mas, infelizmente, a moto não me tem permitido obter os resultados que espera e que julguei serem possíveis.

"MotoGP é a mais fascinante e espectacular categoria, onde estão os melhores pilotos e as "grid girls" mais bonitas. Este ano está muito espectacular, mas no ano passado a classe de 250cc foi muito excitante, com a luta pela vitória a ir até à última corrida.

"No que me diz respeito, o MotoGP precisa de ter alguns limites. Talvez no que toca à electrónica. Isto, para que as coisas se tornem mais humanas e mostrar a perícia dos pilotos que, sejamos sinceros, é o que os fãs querem ver.

"No ano passado em Valência depois da corrida rodei com uma Honda RC211V e foi realmente excitante. É uma moto esplêndida que não me importaria de experimentar numa corrida.

"Gostaria de ir para MotoGp, mas com o título de 250cc no bolso. Para o próximo ano tenho 50 por cento de hipóteses de ir para MotoGP ou de ficar em 250cc. Claro está que teria de ser com uma moto competitiva"

Tags:
250cc, 2004

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