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Volta ao circuito do Estoril a bordo

Volta ao circuito do Estoril a bordo

Volta ao circuito do Estoril a bordo

Situado a apenas sete quilómetros da costa portuguesa, o Autódromo Fernanda Pires de Silva sofre frequentemente com a inconstância do poderoso oceano Atlântico. Por vezes chuvoso e frequentemente ventoso, o traçado de 4.182km é muitas vezes refém das condições atmosféricas, que fazem com que as previsões climatéricas sejam quase impossíveis de se realizarem.

O Estoril é um circuito de contrastes. Uma das mais compridas rectas em MotoGP permite velocidades acima dos 300km/h. Para contrastar, a chicane é uma das mais lentas do calendário de MotoGP.

A pista apenas permite uma velocidade média baixa, sendo o recorde da volta mais rápida de Valntino Rossi a prova disso mesmo, com uma média de 150km/h. A curva cinco e a Parabólica são duas das curvas mais exigentes para qualquer piloto ou máquina. Ainda assim, os pilotos têm de trabalhar bastante numa secção interna da pista que prima por ser extremamente tortuosa, onde os pilotos passam constantemente de segunda para terceira velocidade.

Com tantos desafios contrastantes para ultrapassar, os mecânicos e os técnicos de pneus não têm escolha senão optar por uma solução de compromisso. A suspensão deve geralmente ser afinada para trabalhar melhor nos instantes finais da corrida, para que ajude os pneus a suportar o imenso trabalho a que são submetidos nas curva nove, à direita, e quatro, à esquerda.

Com as dificuldades que os pilotos se deparam nas secções interiores do circuito, um bom escalonamento do motor e rápida resposta é importantíssimo no Estoril.

Faça uma volta a bordo no Autódromo Fernanda Pires de Silva, bastando para tal clicar no link que se encontra no topo da página.

Tags:
MotoGP, 2004, GRANDE PREMIO MARLBORO DE PORTUGAL

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