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Bayliss encontrou o caminho para a Austrália

Bayliss encontrou o caminho para a Austrália

Bayliss encontrou o caminho para a Austrália

Troy Bayliss afirma que este difícil segundo teste com a RC211V na Malásia terminou a sua equipa a encontrar o caminho certo para o desenvolvimento da moto na próxima sessão de testes que terão lugar na Austrália, sua terra Natal em Phillip Island, no final da próxima semana.

Bayliss esteve fora de ritmo em relação aos da frente nos três dias da sessão de testes de Sepang, tendo lutado por conseguir uma boa afinação de base para a moto japonesa, depois de dar por concluída uma longa relação que o unia à Ducati. No entanto, no final do terceiro dia os progressos começaram a surgir.

"Não estou tão satisfeito como da última vez que aqui testámos, mesmo se a moto não tenha sofrido muitas alterações desde então", disse Bayliss. De todas as formas, recolhemos imensa informação e penso que hoje conseguimos descobrir o caminho a seguir em termos de afinação e que espero testar em Phillip Island.

"Trata-se de uma pista que eu conheço muito bem e onde poderei reconhecer melhor se estamos a fazer progressos e onde se pode efectivamente melhorar. Não testei pneus, já que era melhor concentrar-me na moto, mas na Austrália espero poder testar também pneus."

Alex Barros, colega de equipa de Bayliss na Camel Honda mostrava-se satisfeito ao preparar-se para rumar mais a sul, não obstante ter atingido um pássaro numa volta rápida ao circuito malaio. Barros foi o primeiro piloto da RCV a encontrar uma boa base de trabalho logo no primeiro dia e melhorou o seu rendimento desde então, afirmando que 80% do trabalho efectuado resultado em melhorias de rendimento da moto com as especificações de 2004.

"Deixo a Malásia com um sorrido nos lábios, já que tudo correu bem, não obstante ter apanhado um pássaro com o meu braço direito hoje. Magoei-me um pouco mas nada demais", disse Barros, que foi o terceiro mais rápido nos testes.

"A súmula destes três dias de testes é positiva de todos os pontos de vista. A atmosfera na equipa é fantástica, sinto-me confiante e estamos todos a trabalhar de forma calma e concentrada.

"A moto de 2005 é diferente da do ano passado, em especial por causa da gestão da electrónica, na qual trabalhamos duramente na sua afinação: diria que pelo menos oitenta por cento das novas soluções que testámos provaram ser uma melhoria. No que toca ao motor e chassis, as diferenças são menos aparentes, mas em todo o caso encontrámos uma boa base de afinação.

"Também realizamos algum fantástico com a Michelin. Os técnicos franceses responderam na perfeição aos pedidos que efectuamos nos testes de Janeiro e os resultados estão à vista. Hoje, estava um pouco mais fresco do que ontem e rodei ainda mais voltas no segundo 2m01s.

"Os próximos testes na Austrália deverão dar-nos importantes informações, já que as condições deverão ser muito diferentes daqui. Daí que poderemos ver se a afinação que encontrámos é valida para todas as situações."

Tags:
MotoGP, 2005

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