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Uma volta a Jerez com Dani Pedrosa

Uma volta a Jerez com Dani Pedrosa

Dani Pedrosa, que venceu nas 250cc (Honda) em Jerez, conta-nos as características do traçado andaluz, as suas curvas e segredos. A partir da linha de meta, o piloto da Repsol Honda passa por todas as curvas daquele que será o palco do Grande Prémio de Espanha deste fim-de-semana, segunda ronda do Campeonato do Mundo de MotoGP de 2007.

Dani Pedrosa, que venceu nas 250cc (Honda) em Jerez, conta-nos as características do traçado andaluz, as suas curvas e segredos. A partir da linha de meta, o piloto da Repsol Honda passa por todas as curvas daquele que será o palco do Grande Prémio de Espanha deste fim-de-semana, segunda ronda do Campeonato do Mundo de MotoGP de 2007.

Recta da meta e curvas 1 e 2, "Expo 92" e "Michelin"
"Jerez é um circuito muito difícil com uma máquina de MotoGP; há apenas duas rectas e muito pouco tempo para descansar. A recta da meta é curta, pelo que se chega à zona de travagem para a primeira curva muito depressa. Sair bem da curva 1 é importante e a seguinte, a Michelin, é um dos pontos de ultrapassagem durante a travagem. Trata-se de uma sequência de direitas que tem de ser feita na perfeição para se preparar bem a sequência seguinte."

Curvas 3 e 4
"A curva 3 obriga a forte mudança de direcção, já que vimos de um direita e temos de mudar bruscamente para esquerda para fazermos a 3. A recta que leva à 4 apenas é apreciável e a curva bastante rápida."

Curva 5, "Sito Pons"
"A curva Sito Pons é muito bonita, gosto muito dela. Vamos com a moto muito inclinada; primeiro tem ligeira subida e depois a descida até à recta mais longa do traçado. É necessário aproveitar muito bem a pista e sair bem, caso contrário é fácil sermos passados nos 300 metros seguintes devido ao cone de ar ou na travagem."

Curva 6, "Dry Sack"
"Depois de deixarmos a Sito Pons, entramos na recta mais longa da pista. É a desceder e as velocidades são elevadas. A forte travagem da Dry Sack é de "tudo ou nada". Temos de travar muito bem nessa altura e evitar que nos ultrapassem pelo interior da curva. E, claro, também é um bom local para passarmos algum rival."

Curva 7
"É um bom ponto para avaliar o estado dos pneus, porque nesta esquerda a moto inclina-se muito e ao acelerar, se os pneus estiverem muito gastos a moto vai patinar muito. É uma curva rápida e a moto roda mesmo muito inclinada."

Curva 8
"Trata-se de uma parabólica de esquerdas em que também rodamos muito inclinados e onde a aceleração se faz suavemente. Temos de sair bem da curva para fazermos a Nieto e Peluqui sem problemas a seguir, principalmente se temos alguém atrás de nós."

Curvas 9 e 10, "Nieto" e "Peluqui"
"São duas direitas seguidas que se convertem numa só. Temos de ser muito exactos na entrada da primeira porque um erro no início estraga o que se segue. E também temos de ter cuidado com o corrector intermédio; a moto está muito inclinada quando passamos por esse ponto irregular."

Curvas 11 e 12, "Crivillé" e "Ferrari"
"São as duas curvas mais importantes do circuito de Jerez. As ultrapassagens são muito difíceis aqui porque rodamos a mais de 200 km/h e não é claramente um sítio recomendável para o fazermos. Depois da curva 12 temos o ângulo de entrada na recta da meta, difícil e muito importante."

Curva 13, "Ducados"
"Tem linhas diferentes; não se faz da mesma maneira quando a atacamos sozinhos, ou quando a fazemos com um piloto à frente ou atrás. Além disso, a saída em aceleração é crucial quando se trata da última volta e vamos com mais pilotos. É uma curva difícil tanto na entrada, como na saída."

Recta da meta
"Sair mal da última curva pode levar à perda de posições na linha de meta. É uma recta curta e quase nem temos tempo para descansar numa moto de MotoGP. Temos de nos preparar logo para a travagem da primeira curva."

Comunicado Repsol Honda

Tags:
MotoGP, 2007, GRAN PREMIO bwin.com DE ESPAÑA, Dani Pedrosa

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