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Hofmann avalia progressos da Bridgestone

Hofmann avalia progressos da Bridgestone

Alex Hofmann, da Pramac dAntin, é uma espécie de veterano da Bridgestone, já que usou os pneus da marca em várias fases de desenvolvimento e em diferentes máquinas desde que entrou para o MotoGP em 2002.

Alex Hofmann, da Pramac dAntin, é uma espécie de veterano da Bridgestone, já que usou os pneus da marca em várias fases de desenvolvimento e em diferentes máquinas desde que entrou para o MotoGP em 2002.

O alemão de 27 anos já teve algumas reviravoltas na sua carreira e tem passado com frequência pela Bridgestone. Em 2003 era piloto oficial de testes da Kawasaki, e em 2004 e 2005, coincidindo com a mudança da Equipa Verde para as borrachas nipónicas, passou a ser piloto de fábrica a tempo inteiro.

Depois de um ano marcado por lesões em 2005, com a Kawasaki a procurar outros pilotos, passou a época de 2006 na satélite da Ducati em que ainda continua, mas com resultados significativos.

As coisas melhoraram consideravelmente na segunda temporada com a Ducati, principalmente com o upgrade na moto e a mudança para a Bridgestone. Hofmann conseguiu o seu melhor resultado da carreira na chuva de Le Mans com um quinto posto e, apesar de não ter corrido em Laguna Seca devido à lesão contraída nos livres, os 60 pontos que soma no Campeonato do Mundo ao cabo de 11 corridas representa o seu melhor pecúlio de sempre.

Analisando a forma como o fabricante japonês de pneus tem afectado a sua carreira Hofmann comentou: Desde o princípio que estou em contacto com a Bridgestone. Em 2002, quando não tinha equipa nem trabalho, testava para eles em Mugello numa 500cc. Por isso vi os Bridgestone desde os momentos iniciais, quando começaram no MotoGP até agora.

Em 2004 tivemos algumas boas corridas, mas eram algo limitados a condições especiais. Não havia consistência. Em 2005 os pneus estavam muito melhores. Boa performance de vez em quando, mas ainda com falta de consistência para andar na frente.

Agora voltei à marca e tenho de dizer que voltaram a fazer um trabalho impressionante. Mais, adaptaram-se mesmo bem às 800cc. Basta olhar à classificação do Campeonato. A Bridgestone está mesmo a fazer um fantástico trabalho agora.

Comparando a última temporada com a actual Hofmann revela: Lutava por cada ponto e tinha também de lutar muito para me manter com motivação elevada. Se vamos para a grelha sabendo que não temos a menor hipótese de apresentar boa performance é muito mau. Sabia que a Ducati estava farta de ter uma moto na linha da frente e outra nas duas últimas, por isso apostaram mesmo forte nesta equipa privada.

Sabia que a Bridgestone ia fazer bom trabalho. Podia julgar-me como piloto e apesar de ainda não ao nível dos três ou cinco primeiros permanentemente, sei que posso melhorar. Por isso não estou surpreso com a nossa boa prestação.

Tags:
MotoGP, 2007

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