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Bridgestone espera boa prestação em Phillip Island

Bridgestone espera boa prestação em Phillip Island

Phillip Island é uma das cinco pistas do calendário de MotoGP deste ano onde a Bridgestone ainda não venceu.

Phillip Island é uma das cinco pistas do calendário de MotoGP deste ano onde a Bridgestone ainda não venceu.

As outras quarto Mugello, Assen, Sachsenring e Estoril já foram visitadas este ano, mas com o recém coroado Campeão do Mundo Casey Stoner, que corre com Bridgestone, à espera de celebrar o título com uma vitória em casa no GMC Grande Prémio da Austrália deste domingo, a marca nipónica tem boa oportunidade de quebrar mais um enguiço este fim-de-semana.

Quando outro australiano, Chris Vermeulen da Rizla Suzuki, garantiu o positive Segundo posto com Bridgestone no ano passado, numa prova marca pelo mau tempo, o fabricante de pneus conseguiu o melhor resultado até ao momento na Austrália. Ao fazê-lo, Vermeulen tornou-se no primeiro piloto da casa a terminar no pódio na categoria rainha no GP da Austrália desde Mick Doohan em 1998, e, é claro, vai fazer tudo para o repetir este ano.

Na sua regular e detalhada análise antes da corrida, Hiroshi Yamada, da Bridgestone, comentou: Phillip Island é uma das pistas mais difíceis do calendário e um grande desafio em termos de pneus. Tem a mais elevada velocidade média de todas as pistas do calendário, a média do ano passado foi quase de 180 km/h.

A última curva é um dos elementos que distingue a pista, uma esquerda muito longa e exigente que leva à recta da meta. Isto provoca muito calor durante muito tempo, o que é muito duro para o lado esquerdo do pneu. Ao mesmo tempo, com o desenho assimétrico, o lado direito do pneu não sofre temperaturas tão elevadas, pelo que temos de garantir um bom aquecimento para as curvas à direita.

Apesar da Bridgestone já ter ajudado Stoner a conquistar o primeiro Campeonato do Mundo, o primeiro ceptro da marca na categoria rainha, Yamada insiste que a sua equipa deve atacar as provas que ainda faltam disputar com a mesma determinação.

Ainda estamos muito contentes por termos ajudado o Casey (Stoner) e a Ducati a garantir o ceptro de pilotos a três corridas do final do ano, mas continuamos a olhar para as corridas da mesma forma. Vamos para cada GP com a vontade de dar o melhor às nossas cinco equipas e lutar pelo pódio e pela vitória.

Vários pilotos estão ainda em luta de posições, como é o caso do John Hopkins, Chris Vermeulen e Marco Melandri, os três separados apenas por oito pontos e a vitória do Loris Capirossi em Motegi reduziu muito a diferença para a sexta posição.

Tags:
MotoGP, 2007, GMC AUSTRALIAN GRAND PRIX

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