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Bridgestone com muito mais trabalho no Qatar

Bridgestone com muito mais trabalho no Qatar

Enquanto as reacções dos pilotos de MotoGP depois do Teste Oficial do Qatar foram, quase unanimemente, positivas, houve um ponto de preocupação comum em quase todas as entrevistas. As baixas temperaturas da pista no Circuito Internacional de Losail à noite criaram uma atmosfera de incerteza entre a grelha da categoria rainha, já que não se sabe ainda quanto poderão puxar pelas suas máquinas, da mesma forma que desconhecem a aderência que vão ter ao seu dispor.

Enquanto as reacções dos pilotos de MotoGP depois do Teste Oficial do Qatar foram, quase unanimemente, positivas, houve um ponto de preocupação comum em quase todas as entrevistas. As baixas temperaturas da pista no Circuito Internacional de Losail à noite criaram uma atmosfera de incerteza entre a grelha da categoria rainha, já que não se sabe ainda quanto poderão puxar pelas suas máquinas, da mesma forma que desconhecem a aderência que vão ter ao seu dispor.

A disparidade de temperaturas face às provas disputadas em anos anteriores no Qatar, fazem com que esta edição 2008 seja, provavelmente, a mais crucial em termos de pneus, com a Bridgestone e a Michelin a terem decisões delicadas pela frente no que toca a compostos para a corrida, tudo isto com base em muito poucas informações. O antigo responsável de competição em duas rodas do fabricante de pneus nipónico, Hiroshi Yamada, está bem consciente da tarefa que têm pela frente, mas sente que a marca está bem equipada para lidar com o acréscimo de exigências.

Desde o primeiro GP do Qatar, em 2004, tentámos arduamente melhorar a prestação dos nossos pneus para a pista de Losail e obtivemos resultados positivos no ano passado por causa da força do conjunto piloto/moto/pneus com o Casey (Stoner) e a Ducati. Este ano vamos encontrar um desafio totalmente diferente, principalmente por causa das temperaturas da pista à noite, que vão ser 20º mais baixas que no ano passado, analisa o patrão da Bridgestone.

Tendo por base a nossa primeira previsão e o teste da semana passada, esperamos temperaturas da pista na casa dos 15º este fim-de-semana, o que significa que vamos usar especificações mais macias em comparação com os compostos utilizados no Qatar em 2007. Contudo, o teste da semana passada foi a nossa primeira experiência com temperaturas de pista tão baixas em Losail e os resultados do ensaio não foram tão positivos como os obtidos em outras pistas durante o Inverno, como foi o caso de Sepang e Phillip Island, por isso é claro que temos muito trabalho a fazer aqui.

Tirando o facto de ser a primeira corrida nocturna a prova de abertura da época de 2008, o Commercialbank Grande Prémio do Qatar marca também a estreia da Bridgestone como fornecedor de pneus para cinco construtores de MotoGP. Yamada reconhece que o acréscimo de pressão colocada na marca como resultado de agora serem vistos como favoritos, mas acredita que o trabalho nocturno vai ajudar a marca a manter-se ao melhor nível.

É claro que serão grandes as expectativas para fornecermos pneus vencedores agora porque na época passada provámos que éramos capazes e este é sempre o nosso objectivo. Contudo, com a competitividade tão elevada, nada é garantido. Ninguém nos pode pressionar mais que nós próprios e é esta motivação para o sucesso que nos faz progredir.

Tags:
MotoGP, 2008, Commercialbank GRAND PRIX OF QATAR

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