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O pódio inesperado de Pedrosa

O pódio inesperado de Pedrosa

Tendo em contra os problemas antes do histórico Grande Prémio nocturno do passado fim-de-semana, o terceiro posto de Dani Pedrosa no Commercialbank GP do Qatar foi um sucesso inesperado para a Repsol Honda e surgiu em consequência de soberba prestação por parte do catalão de 22 anos.

Tendo em contra os problemas antes do histórico Grande Prémio nocturno do passado fim-de-semana, o terceiro posto de Dani Pedrosa no Commercialbank GP do Qatar foi um sucesso inesperado para a Repsol Honda e surgiu em consequência de soberba prestação por parte do catalão de 22 anos.

A pré época de Pedrosa foi, para não dizer mais, complicada, devido à fractura na mão direita causada num acidente em testes na Malásia, no final de Janeiro, e atrasou o desenvolvimento da nova RC212V.

A emocionante performance na corrida de domingo à noite na categoria rainha não teve ajuda nenhuma com o espectacular acidente com a Fiat Yamaha M1 de Valentino Rossi nos treinos livres de sexta-feira e só serviu mesmo para agravar o estado físico do jovem piloto.

Mais, depois de se qualificar em oitavo na grelha de partida a pressão era muita, mas Pedrosa fez largada canhão e chegou mesmo a liderar a corrida à frente dos Campeões do Mundo Casey Stoner e Jorge Lorenzo, que acabaram por ocupar as duas primeiras posições do pódio.

O ritmo de corrida de Pedrosa, na casa do segundo 56 depois de ter sido consistente no 1m58s durante os treinos e um dos mais lentos nos testes da semana anterior, foi sensacional.

"O resultado foi incrível, nas esperávamos isto, pelo que estou muito contente," disse Pedrosa. "Há sete dias quase fui último nos testes aqui, mas a minha equipa trabalhou arduamente, trazendo as motos de 2007 e 2008 e fazendo muitas alterações, foram fantásticos. Pela primeira vez compreendi o significado da lenda da HRC e estou muito orgulhoso por fazer parte dela."

"Deram-me uma moto competitivo, os pneus Michelin trabalharam muito bem e dei o meu melhor na pista, mas sem eles não teria sido capaz de o fazer," continuou.

"A minha mão ficou um bocado má a partir de meio da corrida, não conseguia travar na perfeição porque termia sempre, mas consegui terminar a corrida e isso é o mais importante porque a mão deve estar melhor na próxima corrida."

Tags:
MotoGP, 2008, Commercialbank GRAND PRIX OF QATAR, Dani Pedrosa, Repsol Honda Team

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