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Pedrosa escala Monte Branco

Pedrosa escala Monte Branco

Dani Pedrosa, da Repsol Honda, está a usar a paragem entre as corridas para se manter em forma e desde Misano já escalou até ao topo do Monte Branco.

Dani Pedrosa contou com a companhia do piloto das 250cc Héctor Barberá e do piloto Respol vencedor do Dakar Marc Coma numa bem sucedida expedição ao topo do Monte Branco no início desta semana. Uma iniciativa integrada no “Desafío Extremo”, um programa apresentando por Jesús Calleja no canal espanhol Cuatro TV.

Apesar dos ventos na ordem dos 70km/h e dos 35ºC negativos, a expedição começou às 04h00 de segunda-feira com a saída do refúgio da montanha Gouter para o ataque aos últimos 1.000 metros que os levaram até ao cume. O pico foi atingido após uma escalada de quatro horas e meia.

O refúgio Gouter situa-se a 3.187m de altitude – onde o grupo passou a noite antes de arrancarem – e depois de breve paragem no inóspito refúgio de emergência Vallot, a caminho do cume, começaram a subida final. O grupo escalou preso entre si por linhas de segurança e atravessaram falésias estreitas, algumas com apenas 40cm de largura, com quedas abruptas de ambos os lados, enquanto o vento gelado dificultava ainda um pouco mais a tarefa.

A subida final, com crampons e picaretas de gelo, foi feita com três linhas de segurança diferentes: Jesús Calleja na frente, com Héctor Barberá, Dani Pedrosa e Enrique Calleja no fecho. Marc Coma estava no segundo grupo com o operador de câmara Emilio Valdés; o terceiro conjunto de escaladores foi composto por Adolfo López, Jesús López e David Martínez Pato, responsável de comunicação da Repsol.

Pedrosa e Barberá foram dos que mais sofreram com o frio, perdendo a sensibilidade nas mãos. Nessa mesma noite, apenas 25% das 74 pessoas que tentavam a subida ao Monte Branco conseguiram chegar ao pico, aos 4,810m, e todos eles são escaladores experientes, excepção feita aos três desportistas que se estrearam no montanhismo.

Após atingido o cume tiveram mais duas árduas horas de descida até ao Gouter, onde descansaram durante uma hora antes de regressarem à garganta “Ravina da Morte”, uma descida cujas dificuldades são agravadas por quedas de pedras. Daqui chegaram ao refúgio Tête Rousse, a 3.167m – local onde passaram a noite. A expedição regressou a Chamonix na terça-feira, onde passaram uma última noite antes de voltarem a casa.

As impressões e anedotas de Pedrosa podem ser encontradas no seu blog em www.repsol.com.

Tags:
MotoGP, 2009, Dani Pedrosa, Repsol Honda Team

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