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Ezpeleta: A Moto2 vai dar nova vida à categoria intermédia

Ezpeleta: A Moto2 vai dar nova vida à categoria intermédia

O Director Executivo da Dorna Sport comentou o próximo passo da nova categoria Moto2 e as perspectivas que a nova classe intermédia abrem no Campeonato do Mundo.

Durante a apresentação oficial do Grande Prémio bwin.com de Espanha, que teve lugar em Madrid na semana passada, o motogp.com falou com o Director Executivo da Dorna Sports, Carmelo Ezpeleta, sobre o actual leque de assuntos.

Ezpeleta falou da lista de inscritos da nova categoria de Moto2, que deverá ser divulgada em meados de Fevereiro. Ele comentou ainda a entrada de novos fabricantes de chassis, uma dinâmica que não se verifica apenas na nova classe, mas a todos os níveis do Campeonato do Mundo.

“A lista de inscritos deverá ser conhecida em meados de Fevereiro,” explicou Ezpeleta. “Estamos em contacto com todas as equipas que pagaram o depósito necessário para participarem. Temos 39 pilotos e parece que este será o número definitivo. Pode ser que algum desista, mas há outros em reserva e penso que será com esses 39 pilotos que vamos começar.”

“Pessoalmente, creio que são demais, mas assim que se acordou. É uma nova categoria e temos de dar a oportunidade de participação a todos,” continuou Ezpeleta, antes de falar sobre os benefícios que isto pode trazer à nova categoria.

“Creio que dá nova vida à classe intermédia, uma que nos deu corridas extraordinárias em todos os anos do Campeonato do Mundo. Mas era preciso uma lufada de ar fresco e penso que vai permitir a muitos que não participaram nas 250cc considerar a Moto2 para competirem. Creio que será muito interessante e a igualdade dos motores, combustível e pneus é muito importante para que o pilotos, equipas e responsáveis pelos chassis tenham a melhor possibilidade de vencerem. É muito importante permitir aos pilotos graduarem-se para o MotoGP.”

Questionado sobre a possibilidade da Moto2 abrir a porta aos construtores de chassis de passarem para a categoria rainha, o Director Executivo da Dorna disse: “É possível. De momento estamos contentes com o actual formato do MotoGP. Acreditamos que a partir de 2012, com os novos regulamentos de 1.000cc, talvez possam entrar mais. Creio que são 14 os fabricantes de chassis na Moto2. Isso pode ser bom para o futuro e, usando um motor fornecido por uma fábrica, os fabricantes de chassis também poderiam trabalhar para o MotoGP.”

Falando sobre as recentes alterações de regras no MotoGP que vão entrar em vigor em 2012, Ezpeleta acrescentou: “Após as reuniões de Valência (Novembro) e de Genebra (Dezembro) foi aprovado por unanimidade dos membros da Comissão de Grandes Prémios que em 2012 o campeonato passaria para uma capacidade máxima de 1.000cc, com quatro cilindros, e um máximo de 81mm de diâmetro por cilindro. A MSMA vai ter uma reunião em Tóquio para decidir os demais parâmetros dos regulamentos e vamos reunir-nos todos outra vez em Fevereiro para definir mais regras.”

Tags:
MotoGP, 2010

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