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A paixão que move os Estreantes do MotoGP

A paixão que move os Estreantes do MotoGP

O Campeonato do Mundo de MotoGP é o local onde todos os talentos querem estar. Aqui, uma selecção de pilotos estão a fazer as suas estreias na categoria rainha em 2010 fala antes e depois da primeira corrida da época de 2010 no Qatar.

É o sonho de muitos jovens entusiastas assim que iniciam as suas carreiras no motociclismo: estar no Campeonato do Mundo de MotoGP. Esta época são seis os estreantes a tempo inteiro na categoria rainha, todos com passados e caminhos diferentes.

“Se me tivessem perguntado há uns anos se ia estar aqui responderia talvez não. É um sonho para qualquer pessoa que corra de moto,” é o ponto de vista de Ben Spies, da Monster Yamaha Tech3, que chegou ao MotoGP depois de conquistar o ceptro Mundial das SBK em 2009. “Chegamos aqui e pensamos no que podemos e não podemos fazer, mas é o sonho de uma vida para mim, pelo que me estou a divertir. O trabalho começa e tentamos fazer o melhor que podemos.”

O Commercialbank Grande Prémio do Qatar viu Spies terminar em quinto na corrida de estreia no MotoGP. Ele avaliou a prova da seguinte forma: “Foi uma boa sensação para a primeira corrida do ano, foi bom ficar nos cinco primeiros. Estou muito contente com isso e por já ter terminado a primeira corrida e agora posso ganhar mais ritmo! Mas de momento vamos para uma pista que não conheço, pelo que vai ser um pouco duro.”

Álvaro Bautista deu o passado desde as 250cc para participar na primeira campanha no MotoGP. O antigo Campeão do Mundo de 125cc está a correr pela Rizla Suzuki e sempre teve a categoria rainha como objectivo desde que começou a correr quando era jovem.

“Quando comecei no Campeonato do Mundo pensei que seria muito difícil chegar ao MotoGP. Depois chega-se aqui e é como se fosse normal, não é um sonho, mas é estranho, mas estou contente,” disse o carismático piloto de 25 anos que falou ainda das pessoas que o ajudaram a chegar até aqui. “Tenho o meu manager Armando Guerrero, ele vem a todas as minhas corridas e ajuda-me, e tenho também a minha namorada que está aqui para me ajudar e motivar na primeira corrida.”

Bautista teve um baptismo de fogo na primeira corrida, sofrendo desapontante queda a uma volta do fim. Ele disse: “Não foi a melhor forma de começar no MotoGP. Caí na última volta, na última curva. Tinha visto o Simoncelli à frente e tentei apanhá-lo e caí na última curva.”

O compatriota espanhol Héctor Barberá entra na nona época no Campeonato do Mundo em 2010, isto depois de ter sido vice-Campeão nas classes de 250cc e 125cc. A sua história competitiva valeu-lhe um lugar na Páginas Amarillas Aspar Team na categoria rainha.

“É sempre um sonho quando se começa a correr,” disse Barberá em referência ao MotoGP. “Quando começamos parece estar muito longe, depois ficamos mais perto e o momento chega quando estamos preparados.”

O 12º lugar na estreia foi bom prémio e ele acrescentou: “Estou contente. Para primeira corrida não foi nada mau e ainda há muito a fazer.”

Tags:
MotoGP, 2010, COMMERCIALBANK GRAND PRIX OF QATAR, Ben Spies, Hector Barbera, Alvaro Bautista

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