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Rossi estará pronto para Teste de Sepang

Rossi estará pronto para Teste de Sepang

Alessandro Castagna, im dos dois especialistas que levou a cabo a operação ao ombro de do italiano no domingo, acredita que Rossi vai estar apto a tempo de alinhar no Teste de MotoGP na Malásia, a 1 de Fevereiro.

O dia 1 de Fevereiro de 2011, data do próximo Teste Oficial de MotoGP, é o dia que está na mente de Valentino Rossi enquanto inicia a sua reabilitação no domingo. O período normal de recuperação de Rossi deverá ser de 90 dias, mas com 79 até ao Teste de Sepang o programa é apertado.

Numa entrevista com o desportivo italiano La Gazzetta dello Sport, o Dr. Alessandro Castagna, do Instituto Humanitas de Milão, em conjunto com o Dr. Giuseppe Porcellini levaram a cabo a operação e o primeiro explicou o seu ponto de vista sobre a possibilidade de Rossi estar apto para rodar com a Ducati na Malásia.

“Normalmente leva 90 dias e ele tem 79 até ao Teste. Estou certo que se tudo correr bem e sem complicações ele estará pronto para o Teste,” disse o Dr. Castagna.

O nove vezes Campeão do Mundo vai necessitar de uma tala para apoiar o ombro durante três semanas e o seu programa de recuperação consistirá em três fases importantes.

“A fase inflamatória (imediatamente após a cirurgia) dura, normalmente, dois a três dias,” continuou o Dr. Castagna. “A segunda fase normalmente estende-se por mês e meio ou dois, altura durante a qual os capilares da área vão ajudar à produção de novas células que vão ajudar ao processo de cura. A fase final será de re-fortalecimento da articulação. A meio da segunda fase o Valentino vai começar a reabilitação com os primeiros passos a serem dados em piscina, seguindo-se actividade de ginásio.”

Discutindo a operação o Dr. Castagna disse: “A operação em si não teve qualquer problema, mas encontrámos uma situação como no supermercado: pague dois, leve três. Para dar uma ideia da situação, normalmente são necessários 35 minutos para estabilizar o ombro e com o Valentino levámos uma hora e 50 minutos.”

“Em termos simples, o tendão supraspinatus e o ligamento glenoid estavam ambos muito danificados. Tivemos de limpar a área para a prepararmos para o processo natural de cura e depois fechámos com 12 pontos. A fibrocartilagem que rodeia a úmero foi deslocada, pelo que a colocámos de novo no lugar e fixámos com agrafos bio-degradáveis. Tudo isto foi feito numa área que mede, no máximo, dois ou três centímetros.”

Tags:
MotoGP, 2010

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