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Espargaró ainda tenta bater protótipos

Espargaró ainda tenta bater protótipos

Aleix Espargaró terminou o primeiro Red Bull Grande Prémio das Américas deste domingo em 11º, assegurando confortável segundo “triunfo” consecutivo entre as CRT. Contudo, o espanhol continua a tentar misturar-se com os protótipos.

 

Três posições e quase meio minuto à frente do companheiro de equipa na Power Electronics Aspar, Randy de Puniet, Espargaró também terminou à frente dos protótipos de Bradley Smith e Ben Spies, mas estava a tentar apanhar Andrea Iannone, da Energy T.I. Pramac Racing.
 
“Estou muito contente por termos voltado a completar um fim-de-semana,” começa o espanhol. “Fiz boa partida e consegui ultrapassar o Hayden, Iannone e Bautista à saída, mas eles voltaram a passar-me. Apesar de não ter desistido da minha meta, que era ser o melhor CRT, admito que tentei ir atrás deles. Só não foi possível.”
 
“O esforço inicial ajudou-me a ganhar vantagem sobre o Smith e o Spies. A verdade é que tive dificuldades em mantê-los à distância, via-os a aproximarem-se gradualmente, mas felizmente consegui gerir a vantagem de três segundos obtida na primeira parte da corrida. O Smith não me deu um segundo de descanso e, de certa forma, estou-lhe grato por isso porque me forçou a puxar ao máximo e estar muito concentrado ao longo da corrida.”
 
De Puniet também ficou contente, mas sabe que era possível mais.
 
“No final terminámos o fim-de-semana de forma positiva, mas aconteceu-nos o mesmo no Qatar,” diz o gaulês. “Lutámos para encontrar a direcção certa. Fiquei com a sensação que estivemos sempre atrás do Aleix. Os nossos problemas deveram-se principalmente à falta de confiança na frente. Planeámos mudar a suspensão traseira para o warm-up, mas a pista estava muito fria e não tirámos boas conclusões da mudança.”
 
“Apesar de durante a corrida a temperatura ter subido muito, preferi não correr riscos. Comecei bem e coloquei-me atrás do Smith, mas quase que houve uma colisão com outro piloto e tive de travar muito forte – o que permitiu que outros me passassem. Fiquei preso num grupo de pilotos durante cinco voltas e eles atrasaram-me. Depois fugi deles e aumentei o ritmo, antes de apanhar o Hernandez. Voltámos a ser segundos nas CRT, o que não é mau, mas temos de continuar a trabalhar para sermos mais competitivos.”

Tags:
MotoGP, 2013, RED BULL GRAND PRIX OF THE AMERICAS

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