Compra de bilhetes
VideoPass purchase

Pedrosa: ‘Conseguimos adaptar-nos rapidamente ao novo limite de combustível"

Pedrosa: ‘Conseguimos adaptar-nos rapidamente ao novo limite de combustível"

Antes do início do Campeonato do Mundo do MotoGP™ 2014 Dani Pedrosa falou sobre os testes de pré-temporada e sobre o arranque da nova temporada.  

No fim da pré-temporada Pedrosa sente-se pronto para as mudanças que o novo ano trará para si e para a sua equipa. A menos de duas semanas do arranque da época no Qatar, o piloto da Repsol Honda está muito optimista depois de uma campanha em Sepang e Phillip Island.

 

Depois de testar na Malásia e na Austrália, qual é o balanço da pré-temporada de 2014?

“É muito positivo. Completei muitas voltas em dois circuitos diferentes e foram feitos testes muito úteis com os pneus. No final, fizemos muitos progressos. Mas, apesar de tudo, ainda temos espaço para melhorias. Vamos ver do que precisamos”.

 

Que trabalho de casa é que deste à Honda para a primeira corrida?

“Tentar melhorar a mota no geral. Os dois aspectos mais importantes em que se pode melhorar é no chassis e na electrónica. Penso que ainda podemos melhorar muito, especialmente nas primeiras corridas”.

 

Podemos dizer que a Honda 2014 desta temporada é uma nova mota ou apenas um ’upgrade’ que mantem a base do ano passado?

“Esta mota mantem muitas coisas da máquina do ano passado. Obviamente que houve alterações, em parte porque os próprios regulamentos obrigaram a ajustamentos. Apesar disso, o importante é desenvolver a mota para a melhorar”.

 

Pensas que tens uma mota mais competitiva do que no ano passado? Quais são os pontos fortes?

“É difícil dizer agora se a mota está competitiva ou não. Temos de ver nas corridas. Os pneus também mudaram. De qualquer forma, no final na comparação com os outros não é apenas a mota que conta para te colocar no topo - é também o piloto. Por isso, ainda temos de analisar os pontos fortes de cada um no primeiro Grande Prémio”.

 

A redução de um litro de combustível muda significativamente o comportamento da mota? O trabalho com a Repsol ajudou a aumentar o desempenho da mota para manter mesma potência do ano passado?

“A verdade é que sim. Temos sorte em haver uma relação próxima entre a Repsol e a Honda. Assim, a sinergia entre o motor e o combustível é mais efectiva e é bom para uma adaptação tão rápida quanto possível aos novos regulamentos sobre combustível. Vamos ver se a combinação sai outra vez vitoriosa”.

 

No ano passado - com excepção de Assen, onde o Jorge Lorenzo não correu - as vitórias ficaram sempre entre um dos três primeiros do campeonato. Pensas que este ano a disputa será maior?

“É muito cedo para fazer essas previsões. Até começar a temporada de Grandes Prémios não se consegue ter uma ideia de toda a época”.

 

Se mais pilotos entrassem na disputa pelas vitórias, vencer mais corridas tornar-se-ia mais importante do que a consistência?

“Obviamente que uma vitória dá mais pontos e, quanto mais vezes se vencer, mais consistentes são os resultados. Vencer é muito importante, mas obter pontos também o é sempre”.

 

O que achas da Ducati esta época?

“Penso que será um ano de mudança para a Ducati. Talvez a sua entrada na categoria de Fábrica 2 os ajude a estar melhor, mas a verdade é que nesta altura do ano tudo é ainda desconhecido. Até as luzes vermelhas se apagarem no Circuito de Losail, não sabemos onde está cada um”.

 

Tags:
MotoGP, 2014, Dani Pedrosa, Repsol Honda Team

Outras actualizações que o podem interessar ›