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Iannone: "Quero lutar com o Marquez outra vez"

Iannone: "Quero lutar com o Marquez outra vez"

Andrea Iannone estava na quarta posição quando caiu ainda nas primeiras voltas do Grande Prémio do Qatar. Na sua segunda temporada no MotoGP™, o italiano sonha alto e espera lutar outra vez com um velho adversário chamado Marquez…  

Antes de subir para a Classe Rainha em 2013, Iannone ficou em terceiro na classificação geral durante três anos consecutivos na categoria de Moto2™. Venceu 12 corridas nas categorias mais baixas e a confiança que sempre demonstrou continua a ser uma das características deste piloto de 24 anos. Depois de regressar a casa vindo de Doha, Iannone reservou alguns minutos para o motogp.com.
 
Andrea, saíste muito mais forte este ano no Qatar do que no ano passado; quais são as principais diferenças da mota que estás a utilizar em 2014?
Podemos puxar mais por ela. Não é tão fácil atingir o limite. Mas, quando se chega ao limite, penso que é possível ir um bocadinho ainda mais longe para alcançar um novo limite. Podemos correr de forma mais fácil, mas ao mesmo tempo conseguindo manter velocidade e com mais consistência, por isso foi um grande passo em frente para nós.
 
Se não tivesses caído na segunda volta, quando estavas em quarto lugar no Qatar, onde pensas que poderias ter chegado?
[Risos] Foi uma pena! Genuinamente tenho pena da queda. Por outro lado, acabou por ser um grande fim-de-semana; estive sempre rápido e sempre entre os primeiros. Na altura do acidente na segunda volta estava no Top 5 a acompanhar o ritmo - tenho a certeza que teria terminado nesse grupo.
 
No ano passado tiveste algumas lesões - sentes-te a 100% em cima da mota?
Fisicamente estou bem, sinto-me bem na mota e mentalmente também estou bem. Estou contente com os passos que já demos e espero continuar a melhorar durante esta temporada. Quero voltar a lutar com o Marquez. No Moto2™ tivemos grandes lutas e sinto falta delas.
 
Agora vais para Austin. O que é que vai acontecer? Com duas longas rectas, está optimista com a velocidade em recta da Ducati?
É uma pista muito boa, mas na verdade não é muito fácil. Mas, é também verdade que podemos conseguir alguma vantagem nessas longas rectas. Contudo, ter uma mota mais rápida não é suficiente por si só, temos de correr bem e conjugar isso tudo - nas curvas também e não só nas rectas.
 
No Qatar e na Malásia não estivemos mal, mas temos de perceber que vamos ter dificuldades em alguns circuitos. Não sei exactamente o que esperar em Austin, para ser honesto, mas estou ansioso. A equipa e eu queremos aproximarmo-nos tanto quanto possível da frente, disso tenho a certeza.
 
Noutra perspectiva, és sempre muito activo nas redes sociais e pareces gostar de interagir com os fans…
Sim, de facto. Num dado momentos todos usavam o Messenger. Agora estão todos loucos com o Facebook, o Twitter e o Instagram. Quando me fazem perguntas, gosto de responder directamente. É bom comunicar com as pessoas que gostam de nós.
 
Realmente durante a pré-temporada puseste os ‘logos’ de todos essas redes sociais no teu capacete.
Sim. Durante o Inverno apeteceu-me mudar um pouco e pedi ao Aldo Drudi para desenhar um capacete para mim. Estávamos um pouco atrasados e a primeira coisa que nos lembrámos foi das redes sociais, assim que pusemos os ‘logos’ no capacete vimos que ficava muito giro.
 
Correste quase sempre com o número 29; há algum motivo?
Na verdade quando comecei a correr o meu número era o 53 porque eu adorava o filme “Herbie”, depois comecei a correr nas minibikes com o número 9, que é o dia do meu aniversário (9 de Agosto de 1989).
 
Entretanto, o meu irmão Angelo competia com o número 2; ele correu ao lado de pilotos como Corsi, Simoncelli e Dovizioso. Quando deixou de correr, decidi combinar o número dele com o meu. Ele é o mais velho, por isso o número dele aparece primeiro e foi assim que acabei por ficar com o 29!

Tags:
MotoGP, 2014, Andrea Iannone, Pramac Racing

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