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Márquez continua sequência de recordes

O Monster Energy Grande Prémio de França viu Marc Márquez dilatar a vantagem na frente da classificação no que é já uma excelente defesa do ceptro de Campeão do Mundo de MotoGP.

Márquez, da Repsol Honda, teve um fim‑de‑semana perfeito em Le Mans ao qualificar-se na pole (com novo recorde), assinar a melhor volta da corrida (1m33,548s na 8ª volta) e a vencer (com tempo recorde) perante 88.222 espectadores.
 
Ele também se tornou no mais jovem piloto de sempre (21 anos e 90 dias de idade) a vencer cinco corridas consecutivas da categoria rainha, batendo o recorde de Mike Hailwood (22 anos e 160 dias de idade).
 
Com a quinta vitória de 2014 Márquez é o primeiro piloto desde Giacomo Agostini em 1972 a ganhar as cinco primeiras corridas do ano na categoria rainha, o primeiro desde Valentino Rossi em 2008 a vencer cinco corridas consecutivas de MotoGP™ e o primeiro a fazê-lo sempre a partir da pole desde Mick Doohan em 1977, também em Honda. Ele conta agora com 42 pontos de vantagem sobre o colega de equipa na frente da tabela.
 
Ele disse: “Estou mesmo contente com esta vitória, que foi diferente das outras. Cometi um erro na partida, talvez estivesse demasiado tranquilo, depois quando o Jorge (Lorenzo) me passou tive de alargar a trajectória, de outra forma teria tocado nele e em resultado disso houve muitos pilotos que me ultrapassaram. Contudo, a partir desse momento comecei uma grande recuperação, foi muito divertido, e terminei com a minha quinta vitória consecutiva. Apesar de poder ter parecido fácil, estamos a trabalhar arduamente e este prémio é para toda a equipa.”
 
O colega de equipa Pedrosa lutou para encontrar o ritmo ao longo da corrida de 28 voltas, progredindo gradualmente desde o nono posto da grelha até ao quinto lugar final.
 
Pedrosa comentou: “Foi uma corrida muito complicada de gerir porque, mesmo sem ter feito má partida, o (Andrea) Iannone e o (Bradley) Smith surgiram muito fortes na primeira curva; eles dividiram o grupo e chegaram mesmo a empurrar um piloto para fora da pista. Contudo, este não foi o maior problema; tive dificuldades com a frente da moto que me impediram de recuperar terreno. Sempre que tentava ser mais agressivo tinha falta de aderência e levei muitas voltas a progredir. Foi uma pena porque não encontrei uma afinação que me permitisse rodar de forma confortável e não fizemos boa corrida. Penso que podemos ser muito mais rápidos do que fomos hoje.”

Tags:
MotoGP, 2014, Marc Marquez, Repsol Honda Team

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