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Crutchlow e a aderência qual gelo de Assen

O nono lugar de Cal Crutchlow na ronda holandesa do Campeonato do Mundo surgiu como um  alívio após duas desistências, se bem que o inglês está consciente que as dificuldades com a Ducati Team deverão continuar na Alemanha.

Vindo da Q1 na tarde de sexta-feira para garantir a melhor qualificação com a Ducati até à data – quinto da grelha – Crutchlow teve depois de lidar com a primeira corrida molhada aos comandos da moto vermelha desde que se estreou com a formação no início da época.
 
“Sinto que devíamos ter tido oportunidade de fazer melhor,” admitiu o britânico. “Não tinha aderência na corrida, não sei porquê, e perdi muito tempo no início da prova. A meio não estivemos mal, mas no final foi muito mau; tivemos o mesmo problema de todo o fim‑de‑semana. Não tinha boa afinação porque nunca rodei com a moto no molhado; nunca tivemos nada em que trabalhar e o pneu traseiro parecia que estava gelo durante algumas voltas até começarmos a fazer algum progresso, depois entrámos para a troca de moto.”
 
“Terminámos a corrida; era o objectivo do fim‑de‑semana. Fomos demasiado lentos, mas terminámos a prova. Foi um bom trabalho por parte da equipa o Andrea  (Dovizioso) ter terminado no pódio. Está de parabéns e penso que é muito merecido outra vez porque a formação tem trabalhado muito arduamente.”
 
Antevendo Sachsenring o inglês revela ter total consciência da situação que terá pela frente com mais uma ronda de limitação de danos.
 
“Penso que vamos ter muita subviragem porque as curvas são longas e redondas, o que é o pior tipo de curva para a Ducati,” concluiu.
 
No ano passado na Alemanha, então com a Monster Yamaha Tech3, Crutchlow qualificou-se em segundo da grelha, atrás de Marc Márquez, e igualou a posição na corrida.

Tags:
MotoGP, 2014, Cal Crutchlow, Ducati Team

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