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Márquez mais lesto no dia de testes de Brno

Márquez mais lesto no dia de testes de Brno

Após as emoções fortes da corrida de domingo do Grande Prémio da República Checa, o pelotão do MotoGP™ ficou em Brno para um dia de testes pós-GP esta segunda-feira.

O dia de trabalho começou com condições climatéricas mais favoráveis que as verificadas ao longo de todo o fim‑de‑semana, se bem que durante a tarde ficou nublado, o que levou a temperaturas da pista mais baixas a partir das 15 horas locais.
 
Depois de ter falhado por pouco a primeira vitória da época no domingo, Jorge Lorenzo, da Movistar Yamaha MotoGP, rodou no topo da tabela de tempos durante grande parte do dia. Ele acabou por terminar em segundo depois de se ter concentrado, em conjunto com o colega de equipa Valentino Rossi (5º), em testes às actuais montadas, mas como novos motores protótipos; o programa de trabalho envolveu ainda experiências com um chassis protótipo – que rodou com a actual carnagem – e que foi partilhado pelos dois pilotos durante a jornada. Rossi abortou a tirada da tarde em resultado de inesperada, mas breve, queda de chuva às 16 horas locais.
 
A Repsol Honda Team ocupou as primeira e terceira posições, rodando com novos componentes na moto de 2014e também com uma versão ligeiramente revista da máquina de 2015. Foi com a nova montada que o Campeão do Mundo Marc Márquez apresentou o temo de 1m55,411s, mais rápido que o tempo que lhe deu a pole position no sábado e um novo recorde oficioso do traçado. O vencedor da prova de domingo, Dani Pedrosa, foi terceiro, também ele a conseguir a sua melhor marca com a moto de 2015.
 
Quem também rodou foi Loris Capirossi (como Conselheiro de Segurança da Bridgestone), testando três motos: a Honda RCV1000R da Cardion AB Motoracing e as duas versões da Forward-Yamaha usadas este ano pela NGM Forward Racing.
 
“Gostei mesmo muito – foi como se fosse Natal!” sorriu Capirossi. “Há dois anos que não rodava com uma máquina de MotoGP. Hoje voltei a montar uma. Deram um grande passo com as motos. Fiquei quase a quatro segundos da frente, o que é bom depois de dois anos sem rodar! Os pilotos de MotoGP têm mesmo muito sorte por poderem rodar com esta tipo de motos.”
 
Enquanto isso, a Cardion AB também tentou encontrar mais aderência traseira para Karel Abraham, enquanto o programa de Aleix Espargaró, da Forward, foi centrado na afinação e electrónica, com a Magneti Marelli a trazerem uma pequena actualização para o software Open; contudo, a companhia insistiu que nada de monta chegar até ao MotoGP™ rumar a Valência no início de Novembro.
 
Do outro lado da garagem da Forward, Alex de Angelis deu continuidade à adaptação à moto. Isto significou uma alteração aos planos para permitir ao piloto de Moto2™ Dominique Aegerter uma saída com a moto, isto porque ele já tinha sido dado como presente no teste ainda antes da confirmação que De Angelis iria ocupar o lugar de Colin Edwards.
 
Na GO&FUN Honda Gresini, Álvaro Bautista e a sua equipa continuaram a trabalhar de perto com o fornecedor de suspensões Showa e com os componentes actuais com o objectivo de ultrapassar os consecutivos problemas de falta de aderência de que o espanhol se tem queixado. O colega de equipa Scott Redding, por outro lado, testou novo garfo frontal, bem como alguns pequenos ajustamentos ao amortecedor traseiro e componentes de travão da Nissin na sua moto Open.
 
Bradley Smith foi o melhor piloto satélite entre os Opção Fábrica, dando o dia por terminado pouco depois das 14 horas locais. Até então, o piloto da Monster Yamaha Tech3  tinha trabalhado principalmente na afinação e na verificação de problemas do dia de corrida. Em sexto e oitavo, Smith e o colega de equipa Pol Espargaró, terminaram separados por Stefan Bradl (LCR Honda MotoGP). O germânico tentou resolver os problemas de sobviragem que o afectaram durante o Grande Prémio. O Top 10 contou ainda com o já referido Bautista e Yonny Hernández (Pramac Racing); o colombiano tentou redescobrir o que causou o furo no pneu frontal e que o colocou de fora da corrida de domingo. Depois de analisado o problema atentamente a equipa explicou que o pneu teve uma perda de pressão durante a noite e não eram visíveis danos na superfície. Caso não tenha sido encontrada solução até ao final do dia de hoje o pneu poderá ser enviado para a fábrica da Ducati, em Bolonha, para garantir que o problema se tenha devido a eventual defeito da jante.
 
Leon Camier (Drive M7 Aspar) sofreu queda, mas continuou a somar voltas depois de ter somados os primeiros pontos numa corrida; o inglês saiu ileso do pequeno contratempo. Na Avintia Racing, o piloto do FIM CEV Repsol Superbike Kenny Noyes testou a moto, mas o dia terminou mais cedo que o previsto quando o espanhol sofreu queda. Enquanto isso, o fornecedor de travões Brembo apresentou uma pinça padrão em alumínio para as equipas testarem, com os pilotos de fábrica da Yamaha, Jorge Lorenzo e Valentino Rossi, a tomarem o primeiro contacto com o componente.

Tags:
MotoGP, 2014, bwin GRAND PRIX ČESKÉ REPUBLIKY

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