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#AskBinder: “Estou a gostar muito da nova equipa”

#AskBinder: “Estou a gostar muito da nova equipa”

As respostas do piloto da Red Bull KTM Ajo Brad Binder aos fans, antes de iniciar a quarta temporada no Campeonato de Moto3™.

O sul africano, que se juntou à equipa este ano, utilizou o Facebook e o Twitter para responder a perguntas sobre a sua vida dentro e fora da pista:

Tens uma nova equipa esta temporada. Como te sentes com a nova equipa?
“A verdade é que estou a gostar muito. Desde o primeiro dia tem sido maravilhoso fazer parte desta estrutura e tem sido fácil adaptar-me. Os mecânicos são sempre muito atenciosos e muito simpáticos e isso facilita muito o trabalho. Estes sentimentos são também transmitidos quando se está fora da pista. É tudo mais fácil”.

Quais são as tuas ambições no arranque da temporada?
“O meu objectivo é tentar fazer tudo bem em cada fim-de-semana e ficar no pódio sempre que possível. No fim do ano vamos ver em que posição ficamos e o que podemos fazer”.

Como é que te estás a dar com os teus novos companheiros de equipa, o Miguel [Oliveira] e o Karel [Hanika]?
“A relação com o Miguel e o Karel é muito boa. A verdade é que todos nos divertimos muito. Somos adversários na pista, mas fora dela são bons amigos e damo-nos muito bem. São os dois muito bons rapazes. Talvez o Miguel seja mais sério e o Karel mais divertido, mas damo-nos todos bem”.

Estão sempre a competir?
“Não, nem sempre. Depois das corridas juntamo-nos e vamos para os karts, fazer motocross, jogar bowling. Mas, não estamos sempre a fazer comparações. Fora do circuito somos amigos”.

Qual é a vantagem de ter três pilotos na equipa?
“É bom poder olhar para os nossos tempos e, quando estamos perto uns dos outros, analisar as informações. Podemos ver onde fomos todos mais rápidos e quais os nossos pontos fracos. Isso ajuda-nos a fazer boas voltas. Gosto muito e torna as coisas mais fáceis”.

Em Valência em 2012, a Ajo Motorsport teve três pilotos no pódio. Achas que é possível isso voltar a acontecer esta época?
”Lembro-me perfeitamente dessa corrida, porque o Zulfahmi [Khairuddin] ultrapassou-me na última curva da corrida e tirou-me o meu primeiro pódio [risos]. E, claro que penso que se pode repetir, não há razão para pensar de maneira diferente. Seria uma grande recompensa para toda a equipa”.

Como é que vês a competição na África do Sul?
“Muitas pessoas não veem a África do Sul como uma potência no mundo do motociclismo, mas tudo está muito melhor que há alguns anos atras e alguns bons pilotos estão a aparecer”.

Porque é que escolheste o número 41?
“Quando era mais pequeno era o número 14. Depois, quando comecei a competir na África do Sul o número 14 já estava a ser utilizado, por isso decidi alterar a ordem dos números e fiquei com o 41. Agora, uma das razões por querer usar o 41 é porque gostava do Noriyuki Haga. Ele era um dos meus pilotos favoritos”.

És supersticioso? Tens algum ritual antes das corridas?
“Não sou supersticioso, mas às vezes vejo que roupa interior vou usar. Se tenho um bom resultado com alguma, volto a usá-la no dia da corrida. Mas, isso depende. Quando as coisas correm bem não sou supersticioso, mas quando termino numa posição que não gosto, sou mais supersticioso”.

Quem é que começou a chamar-te ‘Bradical’?
“A primeira vez que me chamaram assim foi na Red Bull Rookies Cup, quando brincávamos com o Sissis. Começámos a chamá-lo Arturo [Arthur em Espanhol] e ele inventou esta alcunha de ’Bradical’. Pensei: “é uma alcunha carinhosa, por isso gosto. Porque não?”

Qual é o teu dinossauro favorito?
“Meu Deus, não esperava essa pergunta [risos]. Bem, o único que conheço é o Tyrannosaurus Rex, por isso tem de ser esse o meu favorito”.

Tags:
Moto3, 2015, Brad Binder, Red Bull KTM Ajo

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