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Britânico lidera em França

Britânico lidera em França

Smith destacou-se e colocou a Monster Yamaha Tech3 na primeira posição da tabela de tempos em casa.

Esta época de 2015 do Campeonato do Mundo de MotoGP™ tem originado várias surpresas e esta sexta-feira não gorou as expectativas de todos aqueles que esperavam um desfecho diferente do habitual.

A disputar o Grande Prémio em casa, a Monster Yamaha Tech3 foi quem terminou a sexta-feira no topo, tudo graças à prestação do britânico Bradley Smith. O jovem piloto satélite da marca dos três diapasões tinha sido décimo de manhã, mas com a melhoria das condições durante a tarde acabou por se revelar o mais forte ao retirar mais de segundo e meio à marca pessoal para terminar no topo da tabela de tempos combinados com uma marca de 1:33,179s.

Contudo, e ao contrário do que se podia pensar, a sessão vespertina do MotoGP™ não foi muito disputada em Le Mans, com apenas quatro pilotos a passarem pela posição, enquanto de manhã esse número foi de… oito, sendo que a melhor marca da sessão matinal foi batida por 19 vezes!

Atrás de Smith ficou outro piloto Yamaha, neste caso Jorge Lorenzo. O espanhol não teve um dos melhores inícios de Campeonato da carreira, mas o domínio que apresentou em Jerez trouxe-o de novo à luta e logo como um rival de peso… Como se não o fosse já antes disso. De todas as formas, o Campeão do Mundo de MotoGP parece estar mesmo de regressou ao melhor da forma e terminou o primeiro dia de acção no circuito Bugatti na segunda posição da tabela de tempos combinados, praticamente dois décimos da frente.

Atrás dele surgiu uma das sensações do ano. Após um fim‑de‑semana para esquecer no GP de Espanha, Andrea Dovizioso voltou a colocar a GP15 da Ducati Team no topo do pelotão com a terceira melhor marca, isto depois de ter sido o mais rápido da manhã. O italiano concluiu o trabalho a 0,374s do britânico no que foi um Top 3 composto por três nacionalidades diferentes.

Enquanto isso, o melhor representante da Honda foi outro britânico. Cal Crutchlow, que na Argentina conquistou o primeiro pódio da época com a CMW LCR Honda ao terminar em terceiro, mostrou que também ele poderá ter uma palavra a dizer ao longo de todo o fim‑de‑semana. Crutchlow terminou na quarta posição depois de superar o Campeão do Mundo em título por meros 18 centésimos de segundo.

Por falar em Campeão em título Marc Márquez, que em Jerez correu debilitado pela fractura no mindinho esquerdo, não tardou a mostrar que está, de facto, em muito melhor forma. O catalão foi o segundo melhor da manhã em Le Mans e terminou o dia em quinto, a praticamente cinco décimos da frente, mas o facto de caído na classificação não quer dizer nada. Márquez melhorou a marca pessoal em seis décimos – aliás, todos os pilotos melhoraram os tempos na sessão da tarde – e costuma ter qualquer tipo de problema em superar os rivais nos sábados à tarde, pelo que tudo pode ainda acontecer.

Quem terá de melhorar um bocado é Valentino Rossi. O líder da geral esteve um pouco aquém do que se podia esperar nesta sexta-feira, mas a verdade é que esse também foi o caso em outras jornadas esta época, mas mesmo assim é único com pleno de pódios até ao momento. O italiano está a pouco mais de meio segundo de Smith, mas com o nível de prestações que tem apresentado este ano, e com o historial de resultados que detém em Le Mans, ninguém o pode colocar fora da luta pela vitória.

Entretanto, Dani Pedrosa foi, pode dizer-se, o centro de todas as atenções. Após três corridas de ausência na sequência de operação ao síndroma compartimental, o espanhol da Repsol Honda regressou hoje à acção e, depois de ter sido 13º de manhã, terminou o dia na sétima posição a 0,546s da frente, o que não deixa de ser um resultado muito positivo. Contudo, o pior está ainda para vir e há que esperar para ver o que consegue fazer não apenas na qualificação de amanhã como, acima de tudo, na corrida de domingo.

Interessante de seguir foi a luta dos irmãos Espargaró. Pol levou a melhor ao colocar a máquina da Monster Yamaha Tech3 no oitavo lugar, mas Aleix voltou a brilhar com a GSX-RR da Suzuki Team Ecstar, terminando em nono e apenas 0,041s do irmão. Contudo, o espanhol terá de prestar muita atenção a Yonny Hernández. O colombiano da Pramac Racing fechou o Top 10 a apenas nove milésimos da Suzuki para garantir a segunda posição entre a armada Ducati, mesmo à frente do lesionado Andrea Iannone, da Ducati Team. O italiano e Maverick Viñales, da Suzuki Team Ecstar, vão ter de melhorar o ritmo na FP3 de sábado de manhã caso queiram garantir a passagem directa para a tão importante Q2.

Tags:
MotoGP, 2015, MONSTER ENERGY GRAND PRIX DE FRANCE, FP2, Jorge Lorenzo, Bradley Smith, Andrea Dovizioso, Ducati Team, Monster Yamaha Tech 3, Movistar Yamaha MotoGP

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