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Pilotos de MotoGP antevêem corrida de Mugello

Pilotos de MotoGP antevêem corrida de Mugello

A conferência de imprensa de pré-evento deu início ao GP de Itália TIM com Rossi, Lorenzo, Márquez, Dovizioso, Iannone e Petrucci.

O Grande Prémio de Itália arrancou hoje com a tradicional conferência de imprensa de pré-evento com a presença do líder do Campeonato Valentino Rossi, Jorge Lorenzo, do Campeão do Mundo Marc Márquez, Andrea Dovizioso, Andrea Iannone e Danilo Petrucci.

"Estou muito feliz por chegar a Mugello na posição em que chego e com boa competitividade,” começou por afirmar o italiano da Movistar Yamaha. Este é o meu Grande Prémio em casa, pois é o que está mais perto de Tavulia, além disso, gosto muito da pista, com as montanhas em volta e do ambiente fantástico dos fãs. O momento antes da corrida é sempre muito especial. É óptimo estamos aqui; a pista é à moda antiga, um pouco como Assen e Barcelona, e é sempre do agrado dos pilotos. O traçado segue as características naturais do local onde se encontra e não foi feito totalmente no computador.”

Já Lorenzo salientou a progressão conseguida até ao momento. “O início da temporada não foi muito bom, mas também não foi um desastre e somámos muitos pontos. Em Jerez e Le Mans estivemos fortes e conseguimos vencer, mas requereu trabalho. Aqui temos um circuito muito diferente, mas a moto é competitiva. Este ano a Yamaha já venceu quatro corridas em cinco, o que demonstra bem que a moto melhorou muito. A pista é impressionante, muito rápida, com uma longa recta e o piso tem boa aderência. O desenho do traçado é um pouco como o de Jarama, mas muito melhor. É a minha pista preferida, não apenas porque sou rápido aqui, mas também porque me divirto muito.”

Por seu lado, Márquez reconheceu que o ano está a começar de forma mais difícil que o esperado. “A nossa temporada, na verdade, não está a ser fácil. É certo que vencemos em Austin, mas em Le Mans estivemos longe, pelo que temos de ver como vamos estar aqui. O traçado é totalmente diferente, mas no ano passado ganhámos apesar de alguns problemas. Não estamos na melhor situação, temos de melhorar, mas não estamos muito longe e vamos tentar lutar pela vitória, isto apesar da Yamaha e da Ducati estarem muito fortes.”

Enquanto isso, Dovizioso reconheceu a importância do fim‑de‑semana para a Ducati. “Este é um grande fim‑de‑semana para nós e para todos os pilotos italianos, mas em particular para a Ducati. Tivemos um bom fim‑de‑semana em Le Mans e estou muito contente com o nosso ritmo. Temos de tentar melhorar a consistência ao longo da distância da corrida. Testámos aqui antes de Le Mans; temos velocidade, só temos de trabalhar em pequenos detalhes para chegarmos ao nível dos outros. Mas não será fácil ser consistente e rápido ao longo de 23 voltas. Estou desejoso por começar o fim‑de‑semana. O pódio de Le Mans foi muito importante depois do resultado de Jerez.”

Por seu turno, Iannone destacou a lesão no ombro. “Em Le Mans fiz uma corrida muito boa apesar da lesão no ombro. De início tinha dúvidas, mas a verdade é que melhorou ao longo do fim‑de‑semana, em particular na corrida. Creio que podia ter lutado pelo pódio na primeira parte da corrida, mas depois foi complicado com o Marc, mesmo assim fiquei contente. O pior foi na segunda-feira, em casa, com as dores e só depois de novo exame médico é que a fractura foi descoberta. É claro que não é bom, mas estou ansioso pela corrida e trabalhei muito com o meu fisioterapeuta. Correr aqui com a equipa de fábrica da Ducati é um sonho, ainda para mais com uma moto que é muito competitiva aqui.”

A fechar, Petrucci foi o que mais gargalhadas retirou da assistência. “Francamente, não sei porque estou aqui – todos os que estão aqui ao meu lado já estiveram no pódio. Os três primeiros só estão ao meu alcance porque estão aqui sentados ao meu lado! Creio que um resultado nos dez primeiros no domingo já seria uma vitória para mim. Há dez anos via os Grandes Prémios na televisão, na altura nunca tinha corrido em asfalto – venho do Motocross – pelo que estar aqui é um sonho tornado realidade. Acho que vou fazer mais dez anos e depois volto para o sofá para ver o resto das corridas.”

Tags:
MotoGP, 2015, GRAN PREMIO D'ITALIA TIM, Andrea Dovizioso, Jorge Lorenzo, Danilo Petrucci, Valentino Rossi, Andrea Iannone

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