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Wayne Gardner: “O meu instinto diz Valentino”

Wayne Gardner: “O meu instinto diz Valentino”

O motogp.com falou com Wayne Gardner antes do GP da Austrália sobre a luta pelo ceptro de 2015.

O “Wollongong Whiz” foi um dos mais destemidos e agressivos pilotos da era das 500cc. Incontáveis lesões não impediram Wayne Gardner de conquistar 18 vitórias e 51 pódios nos 100 Grandes Prémios em que participou e conquistar o ceptro de 1987, tornando-se no primeiro australiano a ser coroado Campeão da categoria rainha. Foi graças ao sucesso de Gardner que o Campeonato do Mundo se estreou no circuito de Phillip island em 1989, onde Gardner assinou fantástica vitória e repetiu o feito em 1990 apesar de fractura no pulso. Agora o australiano diz o que pensa da luta pelo título de 2015.

O que achas da actual situação do Campeonato do Mundo de MotoGP™ com o Lorenzo e o Rossi prontos para nova grande luta?
“É fantástico, muito bom para o desporto e para a TV. O Rossi é uma lenda, provavelmente um dos maiores pilotos da história do desporto e está outra vez a tentar o 10º título aos 36 anos! Mais uma vez, tem muitas probabilidades contra ele, mas continua a fazê-lo. Tem o Toque de Midas, tudo em que toca torna-se ouro e tem sempre muita sorte, mas é também muito inteligente. São ambos tipos fantásticos e verdadeiros cavalheiros e o Lorenzo está a rodar melhor que nunca. É uma verdadeira classe; a Yamaha é, sem dúvidas, a melhor moto e deixa mal as outras marcas. Os pilotos podem rodar forte, a Honda pode ter mais potência, mas é dura de pilotar.”

Quem achas que vai vencer o título?
“Não sei. Quem gostaria que ganhasse? Ambos! Sou amigo dos dois, são fantásticos e é muito difícil. O meu instinto diz Valentino, contudo, penso que o Lorenzo é muito bom e vai dar tudo; basta um dia de chuva, ou um problema mecânico e muda tudo dramaticamente. São ambos muito bons e é difícil apontar um vencedor, mas o Rossi tem o Toque de Midas, a sorte está sempre do lado dele.”

Durante anos a Austrália mandou no mundo do motociclismo, mas nos últimos tempos parece que os jovens pilotos estão a ter dificuldades em surgir.
“No passado tivemos grandes talentos com o Mick, o Casey, eu próprio e outros, mas o grande problema é que não temos a estrutra certa neste país para dar apoio aos talentos locais. Eles começam demasiado tarde em comparação com Espanha e Itália e esses países têm muito mais apoios.”

Tags:
MotoGP, 2015, PRAMAC AUSTRALIAN MOTORCYCLE GRAND PRIX

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