A MotoGP™ busca sempre gerar um impacto positivo por onde passa. E o GP do Brasil, em Goiânia, deixou sua marca com um forte compromisso com sustentabilidade e inclusão social no Autódromo Internacional de Goiânia – Ayrton Senna. O plano envolveu compensação de carbono, gestão de resíduos, parcerias com cooperativas locais para reaproveitamento de materiais recicláveis e ações que promovem a inclusão por meio do esporte.
Na frente ambiental, a organização trabalhou com a Soli para compensar 100% das emissões por meio de créditos de carbono, apoiando projetos de recuperação de energia a partir de resíduos. Ao longo do evento, mais de 52 toneladas de lixo comum foram destinadas ao aterro Guapo, gerido pela Resíduo Zero Ambiental, enquanto 32,7 toneladas de materiais recicláveis foram encaminhadas a cooperativas locais.
A Fanzone também teve papel importante na conscientização, com totens em LED incentivando o público a compensar voluntariamente as emissões geradas com o deslocamento até o circuito. A iniciativa ajudou a reforçar o conceito de descarbonização e o compromisso com a redução de impacto ambiental.
Na gestão de resíduos, cerca de 400 litros de óleo utilizado pelas equipes foram recolhidos em parceria com a Lwart, garantindo reaproveitamento adequado. Além disso, aproximadamente cinco toneladas de alimentos excedentes foram doadas a instituições apoiadas pelo Governo de Goiás, ampliando o impacto social do evento.
O CEO do GP do Brasil, Alan Adler, destacou o foco desde o início: “Desde o anúncio do evento, as questões ambientais e sociais sempre estiveram no centro da organização, com total alinhamento com as iniciativas já promovidas pelo Governo de Goiás.”
Para marcar o retorno da MotoGP™ ao Brasil após 22 anos, foi implementado um plano de sustentabilidade com ações como incentivo ao uso de transporte público, energia limpa, distribuição gratuita de água potável, acessibilidade para pessoas com deficiência e combate ao racismo e assédio, em linha com protocolos internacionais.
Entre as iniciativas, destacou-se o uso de copos retornáveis, com sistema de caução para reduzir o consumo de plástico descartável, considerado um sucesso pelo alto índice de devolução.
Durante os três dias de evento, também foi adotado um protocolo de apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade, com cinco pontos de atendimento espalhados pelo circuito. Esses espaços contavam com psicólogos, profissionais especializados e apoio jurídico, garantindo um ambiente mais seguro e inclusivo.
A política de tolerância zero reforçou o compromisso com respeito e segurança, com canais de denúncia anônima disponíveis em tempo real para todos os presentes.
No campo social, o GP do Brasil também promoveu ações voltadas à comunidade. Além das doações de alimentos e do descarte adequado de 645 litros de óleo de cozinha, o evento recebeu iniciativas como o “Kids Day”, levando crianças ao circuito para viver a experiência MotoGP™.
Na sexta-feira, crianças atendidas pela OVG participaram do evento. No sábado, atletas do programa Pro-Goiás Atleta marcaram presença, incluindo para-atletas e medalhistas. Já no domingo, o projeto Building Champions levou jovens e adultos para atividades esportivas, promovendo inclusão por meio de modalidades como judô, karatê e jiu-jitsu.
Somadas a outras ações, como campanhas de segurança viária apoiadas pela Honda e iniciativas solidárias ligadas a pilotos, como Marc Márquez com a UNICEF, o GP do Brasil mostrou como a MotoGP™ pode ir além das pistas e gerar um impacto positivo real.