Bagnaia
63

Francesco Bagnaia

  • Nacionalidade
    it flag
    Italy
  • Equipe Ducati Lenovo Team
  • Moto Ducati
  • Data de nascimento 14/01/1997 (29 yrs)
  • Local de nascimento Torino, Italy

Estatísticas de desempenho

Estatísticas

Estatísticas

Vídeos

Bio do piloto

Moto

Ducati

Data de nascimento

14/01/1997

Local de nascimento

Torino

Altura

176 cm

Peso

64 kg

História do piloto

Pecco Bagnaia não nasceu campeão. Ele se construiu campeão. Depois dos primeiros títulos nas minimotos e nas MiniGP, passou pelo Mediterrâneo 125 PreGP e pelo CEV, onde venceu em Montmeló em 2012. Em 2013, chegou ao Mundial de Moto3™ com o Team Italia FMI. Foi um ano complicado, de aprendizado duro. Nada veio fácil. Em 2014, já com a KTM do Sky Racing Team VR46, começou a frequentar o top 10 com mais regularidade. Em 2015, na Mahindra da Aspar, bateu na porta do pódio várias vezes. A vitória veio em 2016, com triunfos em Assen e Sepang. Era o sinal de que o talento estava amadurecendo. O salto para a Moto2™ aconteceu em 2017, novamente com as cores da VR46. Quatro pódios e o título de melhor estreante abriram caminho para 2018, uma temporada dominante. Oito vitórias, quatro pódios e o título mundial da Moto2™. A promoção à MotoGP™ com a Ducati Pramac foi consequência natural. A estreia na categoria principal foi complicada. A Desmosedici exige precisão, e Pecco precisou entender cada detalhe. Em 2020, a evolução ficou clara. Top 10 frequentes, um pódio e lampejos de que algo grande estava se formando. Em 2021, já na equipe oficial Ducati, terminou como vice-campeão mundial, com quatro vitórias e cinco pódios, além de contribuir para o título de construtores da marca de Borgo Panigale.

Então veio 2022. Metade da temporada passada, 91 pontos atrás do líder. Um abismo. Mas Bagnaia mudou o ritmo do campeonato. Quatro vitórias consecutivas, sete no total, e uma recuperação histórica que terminou com o título mundial. Não foi apenas uma conquista. Foi uma virada de roteiro. Em 2023, entrou na pista como campeão do mundo e saiu bicampeão. Regular, veloz, cirúrgico quando precisava ser. Já não era promessa, nem apenas talento. Era referência. Em 2024, entregou outra temporada impressionante. Onze vitórias. Números de campeão. Mas a MotoGP™ não perdoa erros. Algumas quedas em momentos-chave custaram caro, e o título ficou com Jorge Martín. Às vezes, a diferença entre dominar e vencer é mínima. Em 2025, dividiu o box oficial da Ducati com Marc Márquez. Venceu duas vezes, mas enfrentou uma sequência longa de abandonos e corridas abaixo do esperado. A temporada teve mais turbulência do que constância.

Agora, 2026 coloca novamente a pergunta na mesa. Pecco já mostrou que sabe sair do fundo do poço e virar campeonato. Já mostrou que sabe administrar pressão. Já mostrou que, quando encontra equilíbrio entre risco e controle, é um dos pilotos mais completos do grid. A dúvida não é se ele tem nível para voltar ao topo. A dúvida é quem estará pronto se ele reencontrar a versão mais fria, precisa e implacável de si mesmo. Tomara que sim. O campeonato agradece.

Vídeos