Binder
33

Brad Binder

  • Nacionalidade
    za flag
    South Africa
  • Equipe Red Bull KTM Factory Racing
  • Moto KTM
  • Data de nascimento 11/08/1995 (30 yrs)
  • Local de nascimento Potchefstroom, South Africa

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Bio do piloto

Moto

KTM

Data de nascimento

11/08/1995

Local de nascimento

Potchefstroom

Altura

170 cm

Peso

63 kg

História do piloto

Brad Binder começou acelerando forte ainda na África do Sul. O talento apareceu cedo, chamou atenção e o levou para a Red Bull Rookies Cup. Em 2011, venceu em Estoril, já avisando, mesmo que discretamente, que vinha coisa grande por aí.Em 2012, já estava no Mundial de Moto3™ em tempo integral. A evolução foi constante, e em 2014, com a Mahindra, conquistou dois pódios. O desempenho garantiu vaga na poderosa Red Bull KTM Ajo para 2015. Quatro pódios naquele ano mostraram que a primeira vitória estava madura. Era só questão de tempo. E 2016 foi o ano em que Binder deixou de ser promessa para virar protagonista. A primeira vitória veio em Jerez, com uma daquelas corridas que entram para a memória: largou em último e venceu. Depois disso, embalou. Sete vitórias, 14 pódios, seis poles e o título garantido em Aragón. Domínio absoluto. O salto para a Moto2™ aconteceu em 2017, novamente com a KTM. O começo foi complicado, mas o fim de temporada trouxe três pódios consecutivos. Isso acabou sendo o combustível para 2018, quando Binder somou três vitórias e se consolidou como candidato ao título. Em 2019, o sul-africano enfrentou problemas de chassi na primeira metade do campeonato. Mas quando a moto encaixou, Binder decolou. Nove pódios nas últimas 12 corridas, cinco vitórias, sendo as três últimas consecutivas. Épico. O piloto da KTM terminou o ano apenas três pontos atrás do campeão, Alex Márquez. Um vice com gosto agridoce, de que dava para mais.

A chegada à MotoGP™ veio em 2020 com a Red Bull KTM Factory Racing. E que chegada. Rookie do Ano e vitória histórica em Brno, sendo a primeira da KTM e a primeira de um sul-africano na classe rainha. Um marco que colocou o #33 definitivamente no mapa da categoria. Em 2021, já mais experiente, brilhou no caótico GP da Áustria com uma vitória inenarrável, e manteve presença constante no Top 10. Em 2022, mesmo sem vencer, mostrou regularidade, três pódios e aquelas remontadas que viraram marca registrada. Afinal de contas, Brad Binder raramente termina onde larga. Em 2023, com um pacote técnico mais competitivo da KTM, esteve na briga durante boa parte do ano. Cinco pódios em GPs, duas vitórias nas Sprints e quarto lugar no campeonato, mesmo sem vencer aos domingos. Consistência pura. A expectativa para 2024 era transformar presença em vitória, mas a briga no topo ficou mais difícil. Terminou o ano em quinto, com pódio apenas na etapa de abertura, no Catar.

Já 2025 não trouxe pódios, embora tenha batido na porta. Um quarto lugar em Mandalika como melhor resultado. Às vezes falta um detalhe, às vezes falta meio segundo. Na MotoGP™, isso pesa. Binder segue com a Red Bull KTM Factory Racing em 2026 buscando retomar o caminho das vitórias. Brad Binder não costuma fazer muito alarde. Mas quando a corrida complica, quando o cenário vira caos ou quando é preciso colocar a moto onde poucos colocariam… normalmente ele aparece. E ali ele reina. E piloto assim nunca pode ser descartado depois que o “couro come”.

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