Rins
42

Alex Rins

  • Nacionalidade
    es flag
    Spain
  • Equipe Monster Energy Yamaha MotoGP
  • Moto Yamaha
  • Data de nascimento 08/12/1995 (30 yrs)
  • Local de nascimento Barcelona, Spain

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Bio do piloto

Moto

Yamaha

Data de nascimento

08/12/1995

Local de nascimento

Barcelona

Altura

176 cm

Peso

68 kg

História do piloto

Alex Rins tem aquele perfil de piloto que não precisa fazer tanto alarde para ser respeitado. Dentro da pista, fala com o cronômetro. Fora dela, é discreto. Mas quando a corrida entra nos momentos decisivos, o espanhol costuma aparecer, especialmente se estiver na briga. Campeão do CEV em 2011, subiu para o Mundial de Moto3™ em 2012 e saiu como Rookie do Ano. Em 2013, brigou pelo título até a última curva da última corrida, mas acabou superado por Maverick Viñales. Depois de um 2014 mais complicado, também afetado por lesões, fez a transição para a Moto2™ em 2015 e novamente levou o prêmio de melhor estreante, vencendo já na temporada de estreia. Em 2016, foi candidato ao título da Moto2™, fechando o ano em terceiro após vitórias e pódios consistentes. A promoção para a MotoGP™ veio em 2017 com a Suzuki. Mesmo convivendo com lesões e algumas ausências, mostrou velocidade e maturidade, somando resultados entre os cinco primeiros logo no primeiro ano. A base estava construída. Em 2018, vieram cinco pódios e presença constante na briga pela frente. Em 2019, deu o passo definitivo. Conquistou sua primeira vitória na MotoGP™ no GP das Américas e repetiu a dose em Silverstone. Rins já não era promessa, era realidade. Não por acaso, ganhou o apelido de xerife da MotoGP, ao destronar Marc Marquez, vencedor absoluto nos EUA, e por o chapéu para comandar o condado. A temporada 2020 consolidou esse status. Vitória em Aragón, pódios na Catalunha, Teruel e no GP da Europa, e terceiro lugar no campeonato. Consistência de quem sabe administrar campeonato longo. Já 2021 foi o outro lado da moeda. Quedas em momentos cruciais custaram caro. Seis oportunidades desperdiçadas e apenas um pódio, na Grã-Bretanha. Foi um ano difícil de digerir.

Em 2022, reagiu. Mesmo com o anúncio da saída da Suzuki do Mundial impactando o ambiente da equipe, Rins entregou atuações de alto nível. As vitórias em Phillip Island e Valencia fecharam o ciclo com a Suzuki em grande estilo, mostrando que ainda havia muito combustível competitivo ali. Em 2023, já com a LCR Honda, venceu novamente o GP das Américas. Mas a temporada sofreu uma interrupção brusca com uma grave fratura na perna no GP da Itália. Foram 13 corridas fora. O ritmo foi quebrado. O novo capítulo começou ao lado da Monster Energy Yamaha, formando dupla com Fabio Quartararo. Em 2024, o melhor resultado foi um oitavo lugar na Malásia, sinal de evolução no fim do ano. Em 2025, a temporada foi complicada, com apenas três presenças no Top 10. Faltou aquele detalhe para recolocar o #42 na disputa direta por pódios. Agora, 2026 traz um novo desafio técnico com a Yamaha V4. Rins entra no ano buscando estabilidade e um ponto de partida forte para a evolução da moto. Alex Rins já mostrou que sabe vencer corrida grande. Já provou que, quando tudo encaixa, é difícil de superar. O xerife pode até parecer silencioso. Mas quando a pista começa a cobrar autoridade, ele costuma responder. Quando ele entra em cena, não costuma errar o alvo. Como o grande xerife que é.

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